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Política - Rio

 

Quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2020

Juíza diz que "Adriano" morreu com golpes de facada e proíbe cremação

Adriano: morte por objetivo cortante
Adriano: morte por objetivo cortante

A decisão da juíza Maria Izabel Pena Pieranti de proibir a cremação do miliciano Adriano Nóbrega acabou por revelar algo que soa muito estranho. Ela afirma "que não se encontram preenchidos os requisitos previstos na Lei de Registros Públicos (lei 6.075/1973)". Segundo a juíza, não constam no pedido documentos imprescindíveis para a cremação, como a cópia da Guia de Remoção de Cadáver e o Registro de Ocorrência. Entretanto, em outro trecho, ela diz que Adriano não morreu de causas naturais e que, segundo consta em sua certidão de óbito, ele sofreu anemia aguda e politraumatismo causados por instrumento perfuro-cortante: faca.


A informação foi divulgada pelo site G1. Entretanto horas depois ela foi retificada. Nos desculpamos por ter reproduzido e induzido ao erro.

A notícia contradiz tudo o que havia sido falado até agora. Afinal, de acordo com os depoimentos dos policiais envolvidos na operação ocorrida na região de Esplanada, na Bahia, na manhã de domingo (9), o policial teria sido alvejado após resistir a um cerco policial. Não havia sido revelado ainda o número de tiros - mas armas de fogo teriam sido as únicas utilizadas.

A proibição da juíza para a cremação vai permitir a confirmação da causa da morte do ex-policial e miliciano. A intenção de familiares era a de que ele fosse cremado - o que impossibilitaria qualquer autópsia futura.

Nóbrega estava foragido há mais de um ano ao ser alvo de mandado de prisão expedido em janeiro de 2019.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia informou que o ex-capitão do Bope passou a ser monitorado por equipes do órgão a partir de informações de que ele teria buscado esconderijo na Bahia.

Na edição de 15h08m o Globo.com retirificou a informação e disse que o que matou Adriano foi objetivo "perfuro contundente"- ou arma de fogo. A primeira versão, divulgada no início da tarde, que afirmava ter havido ação "perfuro cortante", foi substituída.

 

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