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Segunda-feira, 04 de Dezembro de 2017

Escândalo da Fifa: J.Hawilla confirma que pagou propina a Teixeira

Hawilla e Ricardo Teixeira: propina
Hawilla e Ricardo Teixeira: propina

A declaração não surpreendeu a ninguém. O que chamou a atenção no depoimento do empresário J. Hawilla na Justiça Americana em processo que apura corrupção envolvendo a Fifa, entidades esportivas, emissoras de TV e dirigentes, foi a tentativa de dizer-se arrependido: "me arrependo profundamente. Até porque a partir daí passamos a ser reféns dos corruptos", disse. No processo, além de Hawilla, Ricardo Teixeira, José Carlos Maria Marins entre outros, figura o nome de um executivo da TV Globo: Marcelo de Campos Pinto.


Chamado pelo governo dos Estados Unidos para depor no caso Fifa, nesta segunda-feira (4), na Suprema Corte do Brooklyn, o ex-jornalista esportivo e presidente da Traffic Assessoria e Comunicações, J. Hawilla, complicou inúmeras autoridades esportivas. Acompanhado de duas intérpretes, porque não fala inglês, e usando um balão de oxigênio, Hawilla descreveu as atividades de sua empresa, que começaram com anúncio em pontos de ônibus, depois em estádios de futebol e, por fim, a negociação dos direitos de transmissão e anúncios em campeonatos como a Copa América e a Libertadores da América. Ele disse que pagava propina para Nicolas Leoz, ex-presidente da Conmebol, Julio Grondona, ex-presidente da Federação Argentina, morto em 2014, e Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, e ainda que foi sócio da empresa argentina TyC (Torneos y Competencias), responsável pelo pagamento de propina.

De acordo com ele, fora dos termos do contrato, a Torneos y Competências ficava responsável pelo pagamento das propinas, que apareciam nos balanços como "despesas". A primeira vez que ele pagou propina foi para o Leoz, em 1991, quando negociava os contratos das Copas América de 1993, 95 e 97.

"Não lembro o valor total, mas foi entre US$ 400 mil e US$ 600 mil. Foi um erro. Eu não devia ter pago e me arrependo, mas se não pagasse eu poderia perder os direitos. Foi um erro porque abriu precedente para que toda vez que fôssemos assinar um contrato ele pedia dinheiro. Nos tornamos reféns. Se não pagasse, ele poderia dificultar a montagem das tabelas e os horários dos jogos. Quando se assina um contrato, não basta.

Do Uol

 

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