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Polícia - Segurança Pública

 

Segunda-feira, 17 de Julho de 2017

A honestidade do secretário de Segurança do Rio precisa virar ação

Policiais do Bope com arma de guerra na Cidade de Deus
Policiais do Bope com arma de guerra na Cidade de Deus
Por Fábio Lau

Roberto Sá, secretário de Segurança Pública do Rio, é honesto, muito, quando diz que se sente um zero a esquerda diante da violência no Rio. A situação precária do Estado o impede de fazer algo simples como aumentar o policiamento nas ruas em épocas de conflitos crescentes. Mas o que ele não explica, e que perguntamos, é: por que mantém a "estratégia" do confronto, com evidentes prejuízos para a população civil, nas áreas tomadas por traficantes? Qual o ganho que a polícia obtém quando sobe um morro para apreender quilos de cocaína/maconha e apreender fuzis? Ele próprio dá um número assustador: anualmente são apreendidos 9 mil armas.

Elas chegam via fronteiras, claro. Ou aeroportos, rodovias. O que a polícia faz então quando vai ao morro? Por que não ampliar a apreensão nas rotas de chegada? Se ele focasse a repressão às armas reduziria o risco de conflito nos morros. E a venda de drogas, que provoca danos ao usuário, apenas, resultaria em menor prejuízo social. A honestidade de Roberto Sá precisa ser revertida em benefício da sociedade. Se seu orçamento foi reduzido precisa seletivizar as ações, e não permitir os meios tradicionais, custosos e danosos especialmente para os mais pobres.

Recentemente mais de 60 fuzis, de última geração, foram apreendidos pela Polícia Civil em área do Aeroporto Internacional. Deveriam ter sido apreendidos pela Polícia Federal.

Este fator levantou a suspeita, óbvia, de que há uma facilitação na entrada das armas de grosso calibre, de guerra portanto, nas vias de acesso ao Rio.

Roberto Sá, que se revela um homem principalmente honesto, no sentido amplo da palavra, precisa ter coragem para rever a política de segurança. O enfrentamento tem deixado mortos inocentes aos montes em todo o estado.

Toda semana pais e mães falam sobre as mortes de parentes em função do conflito de policiais e traficantes. Nesta segunda-feira a estatística oficial revela que 88 policiais foram assassinados este ano. O custo financeiro Roberto Sá já dimensionou e sabe que não tem como arcar. E quando ele se sensibilizará com o custo social?

 

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