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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

Avião militar Britânico chega a Argentina na busca pelo submarino San Juan

Da Redação

Avião britânico chega, mas aparentemente tarde
Avião britânico chega, mas aparentemente tarde
A chance de encontrar algum dos 44 tripulantes com vida é das mais remotas. O tempo de oxigênio que havia expirou na tarde de quarta-feira (22). Mesmo assim, o esforço internacional para se tentar localizar o equipamento militar segue sem interrupção. Na manhã desta sexta-feira (23) o avião britânico RAF Voyager, de uso militar, dotado de rastreador, chegou ao continente Sul Americano. Foi a primeira vez que uma aeronave britânica pousa na Argentina desde o fim da Guerra das Malvinas, em 1983.

Porta voz do Ministério de Defesa em Londres indicou que trata-se do avião RAF Voyager, que decolou da base militar Brize Norton, no condado de Oxfordshire (sul da Inglaterra), para voar à Argentina. A ajuda, embora não se diga para evitar incidentes diplomáticos, chega tarde demais.

Agora o Reino Unido soma-se a outros países que participam das buscas pelo submarino, que perdeu contato na semana passada enquanto navegava para o porto argentino de Mar del Plata. O Brasil mandou um navio e haveria também uma aeronave sobrevoando a região que fica a 400 quilômetros ao norte das Malvinas.

Segundo a fonte, o Voyager tem três toneladas de equipamentos e se soma aos trabalhos do avião de patrulha HMS Protetor, da Royal Navy (Marinha), que tinha chegado a águas argentinas no domingo.

A Marinha Argentina informou ontem que está analisando uma "anomalia hidroacústica" que foi detectada há uma semana na zona do Atlântico onde houve o último contato com o submarino ARA San Juan.


NdaR - A esta altura o destino dos 44 tripulantes do submarino argentino já foi definido. Sem oxigênio renovado a possibilidade de sobrevivência é nula. Mas espanta nisso tudo a imprevisibilidade tecnológica. Vidas acondicionadas em uma caixa metálica, de custo elevadíssimo, dotada de toda parafernália tecnológica. O submarino zarpa em direção às profundezas e de repente não se consegue mais localizar. Há indicações de que teria caído em um precipício de 6km. A tecnologia de guerra avança, mas a segurança de quem embarca segue primitiva. A França viu dois dos seus submarinos desaparecerem durante a Guerra Fria. A Rússia viveu dois acidentes há dez anos. Proporcionalmente, como se vê, o submarino é mais perigoso que avião.

 

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