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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018

Polícia do Rio prende 159 em festa da milícia, mas só 11 tem antecedentes criminais

Milicianos e não milicianos: 159 - reprodução de TV
Milicianos e não milicianos: 159 - reprodução de TV

A festa das prisões proporcionadas pela Polícia do Rio contra uma suposta festança promovida pela Milícia se torna a cada dia mais escandalosa. Embora a Justiça tenha mantido as prisões dos encontrados na festa, entre eles músicos, garçons, copeiros, manobristas e pessoas com carteira assinada em atividades diversas, sabe-se que apenas onze pessoas tinham antecedentes criminais. Então, a pergunta que se faz é: por que as demais pessoas são mantidas presas?

A operação da polícia ocorreu na noite de sábado (7) e foi anunciada com espalhafato pelas autoridades de segurança. Mais de duas centenas de pessoas estavam em um sítio. Com a chegada da polícia teria havido troca de tiros e quatro pessoas foram mortas. Ainda segundo a polícia, mulheres e menores que estavam na festa acabaram liberados (a razão não ficou clara) e apenas os homens foram mantidos presos.

As apreensões de material criminoso é assustador: 24 armas, 76 carregadores, 1.265 projéteis, 11 carros roubados. Entre os presos muitos com carteira assinada pela Comlurb, por exemplo. Tem até um professor da Uerj.


Mas o que mais espanta é a passividade da mídia diante daquilo que parece ser um excesso de abuso de autoridade. Por que a polícia manteve a todos presos antes de fazer uma triagem? Será que o marketing da centena e meia de prisão é o que importa para a polícia? E o que há de negar?

A milícia é hoje um dos maiores problemas do Estado do Rio de Janeiro. Ao lado do tráfico e dos políticos corruptos (e todos, na verdade, se misturam), ela é uma das mazelas mais sórdidas do ambiente social porque é mantida com o braço policial. E, além disso, explora o cidadão comum sobre quem recai obrigações financeiras: paga-se pela segurança, comércio, transporte e até água.

Mas, definitivamente, uma operação irracional e que manter presos inocentes não é o caminho que esperamos que seja adotado para reprimir milicianos.

 

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