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Sábado, 22 de Agosto de 2015

Decorador que deixou 80 noivas na mão se entrega à polícia

Da Redação

Chrisanto, indiciado por estelionato
Chrisanto, indiciado por estelionato
Chrisanto Lopes Galvão Netto era procurado pela polícia desde maio, quando foi denunciado por dezenas de noivas do Distrito Federal.

Empresário do ramo, ele havia sido contratado para fazer a decoração de aproximadamente 80 casamentos, e havia recebido adiantamento em dinheiro. Mas, simplesmente fugiu, para desespero de noivas, noivos e famílias.

Seu destino, Paris.

Agora, três meses depois, Chrisanto decidiu se entregar. Será que a consciência pesou ou a grana acabou?


O caso teve grande repercussão no início de maio, principalmente no Distrito Federal. Mas pelo inusitado da história, ganhou manchetes em sites e telejornais de todo o Brasil. Afinal, o decorador conseguiu estragar a festa de muita gente, que confiou nele, pagou adiantado e depois ficou sem dinheiro para contratar outra equipe.

Nas imagens exibidas nas reportagens, predominavam as lágrimas. E a revolta. Noivas e agregados prometiam vingança, se um dia pusessem as mãos em Chrisanto.

Dezenas de noivas inconsoláveis...
Dezenas de noivas inconsoláveis...  
Leia também: Ex-primeira dama de Mato Grosso é presa por suspeita de corrupção

Chrisanto decidiu facilitar o serviço. Na quinta-feira (20), apresentou-se à polícia. Mais exatamente à delegada responsável pelo caso, que em maio teve que ouvir dezenas de histórias parecidas, de investimentos e sonhos desfeitos.

Além das noivas, o decorador também deixou duas comissões de formatura a ver navios.

Embora tenha se apresentado voluntariamente, durante o interrogatório Chrisanto ficou calado. Disse que só daria declarações ao juiz encarregado.

A delegada com a coleção de ocorrências relativas ao caso
A delegada com a coleção de ocorrências relativas ao caso   
Informalmente, ele falou que estava internado em uma clínica psiquiátrica de Goiânia e só recebeu alta recentemente.

"Ele falou que realmente esteve na França e que decidiu voltar para o Brasil para tentar resolver os problemas e demonstrar que ele não é um estelionatário. Ele disse que o que houve foi uma falência do negócio e disse que vai estudar fazer um acordo com as vítimas", informou a delegada Cláudia Alcântara.

Cláudia disse que pediu pela segunda vez a prisão preventiva do empresário na semana passada e que o juiz ainda analisa o pedido. Como não havia mandado de prisão contra Galvão Netto, ele foi interrogado e liberado.

Em 18 de maio, a Justiça rejeitou a denúncia por estelionato contra o decorador. Segundo o juiz Evandro Neiva de Amorim, da 8ª Vara Criminal do DF, não há provas de que Galvão Netto tenha assinado os contratos por má-fé, já sabendo que não cumpriria os acordos. Em mensagem a uma colega de trabalho, ele disse não ter dado golpe. "Estou falido", escreveu.

Mensagem que colega de trabalho recebeu do decorador
Mensagem que colega de trabalho recebeu do decorador  
"Ele disse que vai juntar documentos. Vou analisar esses documentos e vamos prosseguir com as investigações. Provavelmente vamos ouvir mais pessoas. Como ele se apresentou espontaneamente, temos que ver o que o juiz vai decidir", afirmou a delegada.

A 25ª Vara Cível de Brasília determinou em 26 de maio, em caráter provisório, o bloqueio de bens do decorador. O valor bloqueado é de R$ 48,5 mil, referente a dois contratos. O juiz havia determinado que o bloqueio ocorresse até o julgamento do mérito.

O fato é que: nos últimos três meses, dentre as 80 noivas citadas, houve quem decidisse adiar o casório, desfazer o noivado (o golpe aplicado pelo decorador teria sido um sinal), casado com uma festa mais singela ou casado sem festa - enfim, cada uma delas vai levar para o resto da vida uma história marcante associada à pilantragem, seja qual for a desculpa apresentada pelo criminoso.

Leia mais: "Nós precisamos assumir a ousadia que os canalhas têm", afirma vice-presidente do STF

 

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Decorador que deixou 80 noivas na mão se entrega à polícia
 

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