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Política - Brasília

 

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2017

Paulinho da Força e o malabarismo de jogar nas duas pontas

Da Redação

Diga-me com quem....
Diga-me com quem....
Paulinho da Força é produto do golpe. Sabia, desde os primórdios, quais eram os interesses daqueles que atuaram para desestabilizar e derrubar o governo de Dilma Rousseff. Mas, tão logo as medidas contra trabalhadores, aposentados e pensionistas foram anunciadas oficialmente, fez beicinho e começou a plantar notas de que era contrário e de que estava arrependido. Jogo de cena: repetir isso é ajudá-lo no malabarismo de tentar jogar nas duas pontas.

No seu currículo o que não falta são processos. O STF, em 2015, em meio a crise política que destituiria Dilma, portanto, aceitou denúncia contra o parlamentar acusado de desviar recursos do BNDES - crime que tentam imputar a gestores do PT e até agora sem sucesso. Ele, como se sabe, é presidente do Solidariedade e da Força Sindical - joga, portanto, nas duas pontas que se colocam, neste momento, em confronto - emprego e o modelo liberal defendido pela legenda que é da base de apoio do governo ilegítimo.

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Segundo revelou o Estadão no final daquele ano, por meio de escutas telefônicas, a PF descobriu a existência de um esquema responsável por desviar de 3% a 4% de valores emprestados pelo BNDES a prefeituras e empresas. Os desvios são referentes a empréstimos cedidos pelo BNDES nos valores de R$ 130 milhões e R$ 220 milhões.

O envolvimento do deputado foi descoberto por meio de escutas de João Pedro de Moura, ex-assessor de Paulinho, que ocupou uma cadeira no Conselho de Administração do banco de fomento. Ele teria mencionado pagamentos a uma pessoa identificada apenas como PA. As investigações da PF concluíram posteriormente que se tratava de Paulinho. O Ministério Público pede a condenação do deputado alegando que ele usou de sua influência política para se beneficiar de recursos desviados do BNDES.

Em 2008, a PF prendeu envolvidos no caso, entre eles Moura e Ricardo Tosto, advogado do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP). Ambos foram soltos, mas denunciados pelo Ministério Público em processo que corre na Justiça de São Paulo. Entre os denunciados está também Elza Pereira, mulher de Paulinho, acusada de ter cedido uma conta corrente de uma ONG presidida por ela para ocultar desvios.

'Vítima'.



Para o advogado de Paulinho, Marcelo Leal, a denúncia é "absolutamente inerte". "Não existe justa causa para o recebimento da denúncia. Falta tipicidade", disse, acrescentando que o deputado teria sido "vítima" do esquema. Contudo, o ministro Teori Zavascki, relator do caso, entendeu que o parlamentar poderá esclarecer tudo na ação penal.

 

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