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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2019

Escândalo: apoiado por Bolsonaro, presidente do Senado escondeu patrimônio da Receita

Ao omitir patrimônio Alcolumbre cometeu crime
Ao omitir patrimônio Alcolumbre cometeu crime


Um crime eleitoral promovido por ninguém menos do que o presidente do Senado Federal vai colocar mais lenha no superaquecido momento político do país nesta era Bolsonaro. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, de 41 anos, cujo discurso é o da moralidade, esconde há tempos da Justiça Eleitoral a propriedade de imóveis. A notícia foi divulgada pela Folha de São Paulo. Repórteres da Folha levantaram, em cartórios, escrituras e registros no Cartório e imóveis de Macapá, estado original do político, e revela as contradições entre o declarado e o omitido. O artigo 350 do Código Eleitoral define como crime omitir bens em declarações para fins eleitorais. A pena é de até cinco anos de prisão e multa.



A Folha revela que Alcolumbre conquistou o comando do Senado no último dia 2 ao derrotar Renan Calheiros (MDB-AL), alcançando projeção política inédita em sua carreira. O amapaense já disputou sete eleições, tendo sido vereador (2001-2002) e deputado federal (2003-2014) antes de virar senador, em 2015.

O agora presidente do Senado é membro de uma família com patrimônio elevado no Amapá, possuidora de mais de uma centena de imóveis, postos de gasolina, empresas e retransmissoras de TV, entre outros. Desde 2002, Davi vem informando aos seus eleitores ter poucos bens, às vezes nenhum."

A matéria informa que "em 2002, 2010 e 2012, por exemplo, declarou não ter nem um centavo de patrimônio. No ano passado, quando disputou e perdeu o governo do Amapá, afirmou à Justiça Eleitoral ter R$ 770 mil -uma casa de R$ 585 mil, além de depósitos e aplicações bancárias. Os registros cartoriais em Macapá, no entanto, mostram que desde o final dos anos 90 até pelo menos 2016 há registros de aquisições imobiliárias feitas pelo senador no centro e em condomínios residenciais da cidade."

 

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