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Polícia - Segurança Pública

 

Sexta-feira, 10 de Agosto de 2018

Deputados do MDB do Rio são suspeitos da morte de Marielle

Os três suspeitos de envolvimento nas mortes, segundo Freixo
Os três suspeitos de envolvimento nas mortes, segundo Freixo


Uma guinada nas investigações do Caso Marielle pode revelar que o assassinato da vereadora e de seu motorista, Anderson Gomes, pode não ter sido obra isolada de milicianos, conforme se suspeitou. Nomes importantes que durante décadas controlaram a política fluminense podem estar envolvidos. A partir de denúncias do deputado estadual do PSOL, Marcelo Freixo, três deputados do MDB do Rio de Janeiro passaram a figurar como investigados por suspeitas de envolvimento no assassinato de Marielle Franco (Psol-RJ) e motorista Anderson.


A guinada, segundo revelou em entrevista, ocorreu após falar sobre os políticos do MDB, todos ligados aos esquemas de Sérgio Cabral, e que atualmente estão presos.

A história passa pela indicação política, que acabou não se consumando, do deputado Edson Albertassi ao cargo de Conselheiro do TCE. Em conversa com os delegados Fábio Cardoso, diretor da Divisão de Homicídios, e Giniton Lages, encarregado das investigações, procuradores do Ministério Público Federal (MPF), assim como Freixo, aceitaram depor no inquérito para falar sobre o caso e os supostos envolvimentos. Além de Albertassi, estariam relacionados Jorge Picciani e Paulo Melo. Os três estão presos desde 2017, acusados de envolvimento com a máfia de empresários de ônibus.

Para Freixo, a ação criminosa foi um crime político após sua intervenção ter minado o projeto de colocar Albertassi no TCE e assim evitar denúncia dos outros dois em esquemas de corrupção.

Há dias, o ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, também associou a morte de Marielle Franco a atos envolvendo políticos do MDB. A Delegacia de Homicídios teria uma lista das pessoas que visitaram os parlamentares na cadeia. Este envolvimento de setores mais poderosos da política fluminense pode explicar a inércia e o temor de setores da polícia em avançar nas investigações.

O assassinato de Marielle seria, portanto, uma forma de atingir Marcelo Freixo, responsável por ação na Justiça que impediu Edson Albertassi de disputar uma cadeira como conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Freixo foi o responsável pela entrada de Marielle na política - ela trabalhou em seu gabinete.

O caso de impunidade já dura cinco meses e o Brasil recebeu críticas de órgãos internacionais para agilizar as investigações e prender os culpados.

 

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