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Quarta-feira, 05 de Dezembro de 2018

"Infiltrado na Klan" é filme histórico e tem tudo a ver com o Brasil 2018

Philip e Ron: dois personagens de um filme que retrata o racismo
Philip e Ron: dois personagens de um filme que retrata o racismo


Por Fábio Lau

Se você é fã de Spíke Lee já deve ter visto "Infiltrado na Klan". E se não sabe nem quem é Spike Lee não sabe o que é que anda perdendo. Mas considerando que não seja o seu caso, vamos ao filme. Ele começa arrastado e confesso que me deu sono. Aos 15 minutos pensei se em vez de água (estava um calor desgraçado no início da noite de terça-feira (4) no Rio) não devesse ter bebido café.



Mas sabia que o melhor viria depois. E depois, e depois e depois. Demorou para o gol sair. Lembrou o título do Botafogo este ano quando Joel Carli fez o gol que levaria aos pênaltis, contra o Vasco, só nos acréscimos.

Mas que golaço!

O fato é que o filme é uma bela narrativa de um tempo que se recusa a deixar os Estados Unidos e que jamais foi alvo de um tratamento artístico relevante como o cinema no Brasil. Aqui vivemos séculos sob a propaganda enganosa do colonizador de que não havia preconceito racial.

Claro. O negro, como certa vez disse Zózimo Barroso do Amaral, sabia o seu lugar na sociedade e por isso não se fazia necessário reprimi-lo. Ao contrário do que ocorreu na África do Sul, com o Apartheid, e nos EUA desde o século passado.

Spike Lee, o cineasta/diretor que trabalha neste tema como poucos, foi sensível ao transformar um negro (John David Washington) em personagem central e um judeu (Adam Drive) como coadjuvante.

Vá ver. E perceba o quanto fundamentos religiosos, especialmente cristãos, dão base para a velha onda do racismo no planeta. Nestes tempos sombrios no Brasil, onde os neo pentecostais querem ditar normas e proteger ganhos escusos, vale a pena repensar nosso modelo.

* Outro dia conheci uma jovem engajada em boas causas na UFRJ e falei com ela sobre um filme que acho um marco quando o tema é a KKK - Klu Klux Klan: "Mississipi em Chamas". Me surpreendeu que ela jamais tivesse assistido. Ela prometeu ver. Se você é jovem também e ainda não viu faça este favor à humanidade. E depois conta o que achou.

 

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