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Transportes - Ônibus

 

Quinta-feira, 17 de Maio de 2018

E Crivella cedeu e entregou aos empresários de ônibus o que queriam

ônibus e vans: quem perde é o Rio
ônibus e vans: quem perde é o Rio

No início a gestão da Prefeitura do Rio na área do transporte urbano parecia ser uma coisa séria. Para começar, o homem que melhor entende de transporte urbano no país, o engenheiro Fernando MacDowell, eleito vice-prefeito e tornado secretário municipal de Transportes, avisou que não aceitaria aumento de tarifa em janeiro - reajuste que ocorre por força do hábito, enquanto as empresas não atendessem a determinação de colocar ar-condicionado nos coletivos. O pau comeu. Tanto que Marcelo Crivella, aparentemente, só cederia ao aumento quando a Justiça assim determinou. Certo o raciocínio? Errado. Uma nova interpretação sobre o que aconteceu, de lá para cá, é que as empresas, desde então, ganharam todas as disputas por aumento. Como sempre aconteceu.



Os coletivos da cidade de 40 graus na sombra, durante o verão, continuam calorentos. Isso, embora os responsáveis permaneçam recebendo uma fração do aumento concedido embutido nas passagens. Tal reajuste foi concedido no governo Eduardo Paes em 2012. E a ideia era clara: instalar os aparelhos de ar-refrigerado nos coletivos.

É importante parar neste ponto para o internauta entendeer: você, passageiro, paga mais para merecer futuro e prometido conforto. Na prática o concessionário, que gosta de se apresentar como proprietário das empresas de ônibus, embolsa a grana para gastar em melhorias. Mas aí não fazem o serviço prometido. E o que o governo deveria fazer? Cassar a concessão, certo? Certo. Mas está errado. Ele concede novos e novos aumentos.

Agora, em decisão que revela a renúncia de Marcelo Crivella à causa popular, o prefeito pastor da Igreja Universal concedeu não apenas o aumento de R$ 3,60 para R$ 4, mas o direito de só cumprir o prometido em 2020. Assim, a diferença na tarifa que foi adiantada para a melhoria no transporte será embolsada. E teremos mais dois anos para descobrir que novamente fomos enganados.

Quanto custa a nós a tapeação? E quanto isso favorece aos nossos "representantes?"

Crivella cede, assim, aos mandos e desmandos dos empresários de ônibus. Jornalistas atentos interpretam que no início do seu governo o prefeito vendeu dificuldades para... você sabe! O fato é que Fernando MacDowell, que ainda no início do governo seria afastado da secretaria a pedido dos empresários de ônibus, está internado. Foi vítima de um enfarte daqueles. A situação dele é crítica. Teria sido esta a razão da atitude do prefeito?

E o kit benefícios dado aos picaretas, que reclamam como se prejuízo um ônibus lotado desse, poderão ficar ainda mais tempo com os ônibus sem substituir por carros novos. Em vez de oito anos, passarão a nove. Tudo para favorecer o esquemão.

Crivella mereceu o apoio de milicianos quando da sua eleição. E das Vans - já que está tudo misturado. Os ônibus, segundo revelam usuários, andaram sumindo das ruas. Uma artimanha para forçar o aumento da passagem e tornar o prefeito refém. E assim Crivella cedeu aumento.

No governo Brizola, o primeiro, em 1983, o então governador encampou as empresas. Tornou todas ligadas ao sistema público (CTC). Mas tão logo ganhou as eleições em 1987, Moreira Franco devolveu aos antigos empresários e os indenizou. A partir dali eles reinariam nas campanhas eleitorais e mostrariam que não é mau negócio estar ao seu lado - e contra os interesses da população, naturalmente.

Sua eleição mostra o quanto a população anda distante de questões que deveriam ser importante na escolha do candidato. Foi ele um apoiador do golpe contra Dilma, enquanto senador, e é integrante da Igreja Universal- o que fere de morte o preceito constitucional da laicidade do estado. A partir daí tudo passaria a ser possível - embora inaceitável.

 

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E Crivella cedeu e entregou aos empresários de ônibus o que queriam
 

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