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Política - Internacional

 

Quarta-feira, 29 de Maio de 2019

China envia 69 toneladas de remédios para venezuelanos

Ajuda humanitária que chegou em forma de remédio da China
Ajuda humanitária que chegou em forma de remédio da China

A jornalista Fania Rodrigues, correspondente na Venezuela, revela que o governo chinês enviou quase 70 toneladas de medicamentos para serem distribuídos à população da Venezuela. Sofrendo um severo boicote imposto pelo governo americano, o país presidido por Nicolás Maduro tem tentado burlar o cerco través de ajuda internacional. A informação foi publicada pelo site Brasil de Fato.



A medida desagrada os governos de Trump e Bolsonaro, além da própria oposição venezuelana, para quem quanto pior, melhor.



Nesta segunda-feira (27), a Venezuela recebeu uma remessa de 69 toneladas de medicamentos e materiais hospitalares vindas da China por meio de um convênio firmado entre o país e o gigante asiático. "Esse é o quarto carregamento de insumos médicos que recebemos. Eles serão distribuídos de forma imediata na rede do sistema público de saúde", afirmou o ministro de Saúde da Venezuela, Carlos Alvarado.

Segundo informações do Ministério da Saúde da Venezuela, cerca de 70% dos medicamentos recebidos da China serão enviados aos centros de abastecimento dos estados de Miranda (norte), Anzoátegui (nordeste), Lara e Barinas (centro), para serem distribuídos às redes ambulatórias e hospitalares do país. Uma parte desse montante será distribuída à rede de Farmácias Comunitárias, por meio do Sistema de Saúde Integral Comunitária (Asic). Já os outros 30% serão direcionados ao Instituto do Seguro Social (que cuida da saúde dos trabalhadores de modo geral).

O envio de medicamentos para a Venezuela faz parte do acordo de Assistência Técnica Humanitária assinado entre os dois países no final de março deste ano, totalizando até o momento 269 toneladas. Além disso, a Venezuela já recebeu outras 425 toneladas de medicamentos através de organismos internacionais como a Cruz Vermelha e do governo da Rússia.

O governo também realizou compras de remédios no valor de 104 milhões de dólares nos últimos três meses. O último carregamento deverá chegar na próxima semana.

Alianças

As parcerias feitas pela Venezuela com os governos da Rússia e da China são realizadas por meio de um convênio com a Organização Pan-Americana da Saúde, assim como aconteceu com o programa Mais Médicos, no Brasil.

Esses acordos de cooperação foram feitos no contexto do bloqueio econômico dos Estados Unidos contra a Venezuela que, além de deixar prejuízos de bilhões de dólares bloqueados no exterior, impede a importação de medicamentos.

O governo venezuelano expressou disposição para receber assistência por canais legais, em contraposição à "ajuda humanitária" dos EUA, que tentou entrar no país por "meios violentos" na fronteira com a Colômbia.



Medicamentos que chegaram da China vão abastecer sistema público de saúde | Foto: Ministério da Saúde da Venezuela

Combate à corrupção

Em uma entrevista à imprensa venezuelana, nesta terça-feira (28), o ministro da Saúde afirmou que o governo vai concentrar os esforços no combate à corrupção, que afeta alguns órgãos de saúde, para garantir que os remédios vão chegar à população. Alvarado informou ainda que 35 funcionários com altos cargos no governo foram presos nos últimos dias acusados de desvio de medicamentos.

A ideia é incorporar a sociedade nos conselhos dos hospitais para assim poder fiscalizar. "Estamos impulsionando, por instruções do presidente Nicolás Maduro, a participação direta do poder popular nos conselhos de direção dos hospitais e que nos ajude a fiscalizar a distribuição dos insumos que chegam", disse o ministro.

Ele também explicou que, como o sistema de saúde público da Venezuela está dividido em 593 Áreas de Saúde Integral Comunitária, a ideia é fazer os medicamentos chegarem a cada uma delas criando um sistema de farmácias. "Nossa proposta é ter uma farmácia pública em cada uma dessas unidades, para que os remédios possam chegar a todas as pessoas", destacou. Atualmente os insumos são distribuídos em hospitais públicos e centros de atendimento primário.

Do Brasil de Fato

 

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