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Política - Internacional

 

Terça-feira, 25 de Junho de 2019

Bolsonaro e a gestão que atende interesses pessoais e familiares

Maria Fernanda Arruda e Rolando Gómez, embaixador de Cuba no Brasil
Maria Fernanda Arruda e Rolando Gómez, embaixador de Cuba no Brasil

Por Maria Fernanda Arruda

Bolsonaro ataca os direitos trabalhistas, privatiza mais de 60 empresas, milita pela liberação do porte de armas ao mesmo tempo que parece querer simular uma atividade positiva no governo produzindo pautas com a intenção de distrair a opinião publica. Depois de anunciar o fim do horário de verão, querer transformar Angra dos Reis em uma Cancún brasileira, declarar que o STF precisa de um juiz evangélico, agora a ideia é mudar a tomada de três pinos.


Além disso, tem um lado de suas iniciativas que parece atender caprichos pessoais: ele elimina os radares de velocidade; aborrecido por ter sido multado; ele abole a proteção ecológica da área onde pescava; prolonga a validade da carteira de habilitação de motorista de 5 para 10 anos e dobra a pontuação mínima para sua cassação, já que ele, seus três filhos e sua esposa foram multados 44 vezes em 5 anos.

Isto é, muitas das iniciativas de Bolsonaro partem de motivações pessoais. Outras partem de confrontos com membros de sua família: Santos Cruz caiu porque se opôs ao financiamento de blogs de direita pró Bolsonaro.

O racha final foi pelo controle da comunicação e principalmente pela intenção de uma ala do bolsonarismo liderada por Carlos [Bolsonaro] de financiar meios ideologicamente identificados com o governo", revelou O Globo.


Caso BNDES



Caiu Joaquim Levy da presidência do BNDES aparentemente por colocar ao "petista" Demian Fiocca na procura da caixa preta da instituição. Na contramão especialistas afirmam que o BNDES não tem mais 'caixa-preta' para abrir, como quer Bolsonaro, e que Gustavo Montezano, escolhido para substituir Levy no comando do banco estatal foi chamado na realidade pela sua proximidade com o ministro da fazenda já que Montezano foi o sócio-diretor do Paulo Guedes no banco BTG Pactual.

Maria Fernanda Arruda é jornalista e escritora.

 

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