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Terça-feira, 11 de Junho de 2019

Show da Corinne e a redenção do Rio - vídeo

Foto: Fábio Lau
Foto: Fábio Lau


Por Fábio Lau*

Sábado (8) foi dia de show da Corinne Bailey Rae. A inglesa de quem sou fã há uma década e que deu pinta no Rio de Janeiro no ""Rio Montreux Jazz Festival". O encontro com seu público foi no Armazém três ali do Cais do Porto. Lugar que durante muito tempo era proibitivo pelo abandono e maus ares que aspergia. Mas desde que fizeram e aconteceram na região do Porto para os eventos esportivos ali virou uma espécie de anti-Rio de Janeiro. Tá bonito, tá preservado e tem bom astral. Como se fosse impermeável aos mandatários Crivella, Witzel e Bolsonaro.


Corinne, a britânica com cara de cantora gospel americana, tem uma voz que defini naquela noite como melancolicamente doce. Tem base gospel e isso explica a boa afinação e enquadramento. A banda que a acompanhava prescindiu de um baixo - o que não é comum. Batera (muito boa), guitarra (que muitas vezes marcava como baixo) e teclado deram o show. Sim, Corinne é boa violonista e guitarrista e às vezes também mandava bem.

Um repertório leve, do tamanho de um público apaixonado pelo seu trabalho que, por razões inexplicadas, não é dos mais badalados por aqui.

A jovem carrega um semblante triste. Era uma jovem mulher quando ficou viúva. O marido, um músico, morreu de overdose. Ela herdou dele o sobrenome "Rae" e o mantém.

A plateia estava feliz. A noite estava linda e ameaçava esfriar. A Baía de Guanabara, a poucos metros do palco, silenciosamente bela.

Que o Rio volte a respirar música, poesia e alegria. E que a vida cultural seja acessível a todos.

* Fábio Lau é jornalista, fã de Corinne Bailey Rae e de Dona Ivone Lara.

 

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