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Política - Geral

 

Sexta-feira, 29 de Novembro de 2019

Pior não fica? Tiririca admite uso de dinheiro público para visitar parentes

Pior não fica? Uso de passagem para visitar parentes
Pior não fica? Uso de passagem para visitar parentes

O deputado federal que cunhou a frase "vote no Tiririca que pior não fica" queimou a língua - e a nossa grana. Ele confessou ter feito uso de recursos públicos para comprar passagem para atender interesse pessoal. O caso, que é passível de cassação, vai ser analisado pela Câmara. Mas a história revela o quanto parlamentares, dos mais diversos partidos e nível cultural, desrespeitam o dinheiro público e desprezam a lei.


O deputado Tiririca (PL-SP) confessou que fez viagens para visitar familiares com dinheiro público. O parlamentar está sendo investigado pelo Ministério Público Federal em Brasília por ter feito 35 vezes (70 trechos de ida e volta) viagens para Fortaleza, onde mora sua família, enquanto seu domicílio eleitoral fica em São Paulo, conforme o Congresso em Foco mostrou em outubro. Esses gastos somavam R$ 70 mil. Em resposta à Câmara, o deputado confessou que a compra das passagens para Fortaleza se deu por lá ser o local onde moram os familiares. "Justamente em razão da atual residência de minha família em Fortaleza/CE, que acredito ser transitória, as passagens aéreas emitidas neste ano referem-se ao trecho Brasília/Fortaleza". O uso da cota para fins particulares é proibido pelo regimento interno da Câmara.


Segundo Tiririca, que também já comprou passagens com a cota parlamentar para seus assessores irem ao Ceará, o deslocamento para a cidade de domicílio de sua família sempre foi para tratar exclusivamente de assuntos do mandato. "Permitir meu deslocamento entre o Parlamento e o local aonde hoje estão temporariamente residindo meus familiares, ou seja, no interesse exclusivo da função que honrosamente exerço. Bem por isso é que, por vezes, e também no interesse do múnus que me foi conferido pelas urnas, alguns assessores precisaram se deslocar de Brasília a Fortaleza para resolver pendências e assuntos parlamentares urgentes". Funcionários podem voar com a cota, desde que a trabalho.

As passagens de uma assessora custaram R$ 40,2 mil, dos quais R$ 24,9 mil em viagens entre Brasília e Fortaleza, capital distante 2,3 mil km (em trajeto aéreo) da paulista, principal base eleitoral de Tiririca. Com outro assessor, os gastos chegaram a R$ 20,7 mil. Já o terceiro somou R$ 5,6 mil. Com exceção de um trecho, os demais voos desses dois foram entre Brasília e cidades paulistas, como São Paulo, São José do Rio Preto, Campinas e Ribeirão Preto.

Segundo Tiririca, muito embora tenha fixado residência há muitos anos na cidade de São Paulo, ele é "cidadão cearense nascido em Itapipoca" e tem sua família por lá. O deputado justifica seus deslocamentos como sendo algo previsto no regimento. O ato da mesa diretora que trata do assunto permite gastos "exclusivamente vinculados ao exercício da atividade parlamentar".

A mesa diretora da Casa explica que não é vedado o uso da cota em viagens nacionais, independentemente do destino escolhido pelo parlamentar, desde que a viagem tenha relação com o mandato.

O distanciamento da base eleitoral não significa que Tiririca não esteja trabalhando. Este ano, por exemplo, ele apresentou 17 propostas voltadas para as áreas da saúde, da educação, dos idosos e da comunidade circense. Desde 2012 ele foi autor ou coautor de 53 proposições. Sua assiduidade, que chegou a 100% nos dois primeiros mandatos, ainda é alta. O deputado registrou presença 110 vezes na Câmara e justificou oito de suas 15 ausências. Deixou apenas uma sem justificativa.

Com base em reportagens do Congresso em Foco e da revista Época, o Instituto OPS denunciou o deputado do PL à Câmara, ao Ministério Público Federal e ao Tribunal de Contas da União (TCU). Tiririca recebe salário de R$ 33,7 mil e tem uma verba de mais de R$ 40 mil para gastar com passagens e outras despesas atreladas ao exercício do mandato, além de auxílio-moradia ou apartamento funcional na capital federal.

Do Congresso em Foco

 

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