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Política - Geral

 

Sábado, 03 de Fevereiro de 2018

Cristiane Brasil arrolada em inquérito envolvendo tráfico de drogas

Por sugestão de Marcelo Faria

Cristiane Brasil foi secretário do Envelhecimento Saudável
Cristiane Brasil foi secretário do Envelhecimento Saudável

Uma reportagem da jornalista Constança Resende, publicada neste sábado (3) no Estadão, revela que a candidata a ministra mais rejeitada da história da República, Cristiane Brasil, responde há oito anos um inquérito na Polícia Civil onde é acusada de, ao lado de assessores, estar envolvida com o tráfico de drogas. O caso, diz a reportagem, diz respeito a uma oferta dinheiro feita a traficantes para que fosse ela a única a fazer campanha política em determinada comunidade do Rio.


O caso, ocorrido em 2010, só agora foi encaminhado à Procuradoria da República em Brasília. Isso porque, agora deputada federal, Cristiane tem foro privilegiado. O inquérito também apura suposto envolvimento no caso do deputado estadual Marcus Vinicius (PTB), ex-cunhado da parlamentar, e três assessores dela na época. Eles são acusados de dar dinheiro a traficantes de Cavalcanti, bairro pobre da zona norte da cidade e uma das bases eleitorais da deputada.

Cristiane trabalhava com Eduardo Paes, então na sua primeira gestão à frente da Prefeitura. Ela seria secretária de Envelhecimento Saudável do município. Ela e um cunhado, de nome Vinícius, este candidato, teriam fechado acordo com os criminosos. Ambos negaram - afirma o Estadão.

O inquérito policial investiga também se líderes comunitários foram coagidos pelos criminosos a fazer campanha eleitoral. Nas denúncias há referências a "Zezito", apontado como chefe do tráfico das comunidades Vila Primavera, Parque Silva Vale e JJ Cowsert, localizadas no bairro de Cavalcanti.

Diz a reportagem que houve resistência na comunidade porque alguns líderes não queriam fazer campanha. Mas foram convencidos, ou coagidos, pelo 'Chefão'.

- Os traficantes chegaram "ao absurdo de levarem as presidentes das associações do bairro para conversar com o chefão do morro porque elas não queriam trabalhar para a vereadora (Cristiane)". "A intenção dele (assessor) era que o chefão fosse mandar dar uma surra nelas e obrigá-las a trabalhar para a vereadora ou, em caso de recusa, até mesmo matá-las".

Uma líder comunitária relatou na investigação formal que foi ameaçada porque não participou de panfletagem da campanha da hoje ministra nomeada.

Para ler a reportagem completa clique aqui

 

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