• Ouça a Rádio
  • Galeria de Fotos
  • Vídeos
  • Facebook
  • Twitter
Conexão Jornalismo é o primeiro site do país a merecer o selo verde.
Planvale

Busca

 
Audiência na TV

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018

Caetano entrevista Manuela D'Ávila
Audiência na TV

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook

Conexão TV

Terça-feira, 02 de Outubro de 2018

Globo X Record: nem nas pesquisas as emissoras combinam

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
VER +

Galeria de Fotos

 
 

 
 

Comunidade

home > colunas > política > eleições

Política - Eleições

 

Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2017

Frente Favela Brasil lança Jamaika candidato ao Senado pelo DF

Da Redação

MV Bill, Jamaike e Rappin Hood - da periferia para a política partidária
MV Bill, Jamaike e Rappin Hood - da periferia para a política partidária

Depois de anunciar Rappin Hood como nome certo para disputar uma das duas vagas para o Senado Federal por São Paulo, a Frente Favela Brasil, um partido que incentiva a representação política direta de nomes da periferia para o ambiente político, anuncia DJ Jamaika como postulante ao mesmo posto pelo Distrito Federal. Jefferson da Silva Alves, de 50 anos, assim como Rappin Hood, é mais um nome do hip-hop. Há uma expectativa de que a FFB lance um nome em cada estado da Federação para uma das vagas da chamada Câmara Alta.



Por outro lado, como não houve tempo hábil para o FFB conseguir o seu registro e participar do pleito de 2018, o partido discute com várias legendas em busca de espaço político para abrigar seus candidatos. Para entender o potencial eleitoral da FFB, só no Rio os moradores de favelas representam 1/3 da população. Se considerar eleitores dos bairros da periferia, o percentual chega a 70%.

O novo candidato ao Senado do FFB se destacou quando integrava o grupo Câmbio Negro, responsável por difundir o rap no Brasil. A música "Sub-Raça" foi hit de maior influência do grupo da cidade satélite da Ceilândia na cena hip-hop da capital.

Após o início de alta projeção, o músico se tornou evangélico. Ele continuou produzindo raps, só que no estilo gospel. Além da música, Jamaika realiza palestra para jovens de baixa renda, onde aborda tema como consumo de drogas, violência urbana, cotidiano na periferia e reabilitação social.

"Sempre me preocupei muito com a juventude da periferia, e seus moradores, em geral. Acredito que na política darei um passo a frente, e todos teremos mais recursos e influência para lidar com esse tema", disse DJ Jamaika.

O FFB deu entrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no final de agosto de 2017. Para as eleições, o partido pretende lançar um total 40 candidatos para cargos deputados estaduais e federais, em todos os estados do Brasil, entre homens e mulheres.

"O Jamaika é uma figura que tem muita influência em favelas e periferias aqui do Distrito Federal, e de todo Brasil. Poucas pessoas conseguem dialogar com os moradores como ele. A candidatura dele será muito importante para o nosso partido e para todos os moradores de periferia e de favelas do Brasil", explicou a presidenta do Frente Favela Brasil - DF, Fernanda Quêvedo.

O Frente Favela Brasil é uma iniciativa abraçada por todo o movimento hip-hop. Além de Rappin Hood, já anunciado candidato, outros nomes do estilo musical já abraçaram a causa: MV Bill, Dexter Oitavo Anjo e Nega Gizza estão entre eles.

Fora da cena hip-hop já demonstraram apoio ao movimento artistas como Sandra de Sá, Toni Garrido, Taís Araújo, Dudu Nobre, Carlinhos Brown, Celso Athayde, Serjão Loroza, Ivo Meirelles, entre outros, também apoiam o FFB.

NdaR - Importância da Frente



Não é de hoje que o morador da periferia experimenta a invasão de seu território por políticos oportunistas que surgem em período eleitoral e evaporam tão logo são eleitos. A favela tem se tornado, portanto, uma espécie de reserva de votos para políticos de ocasião.

Importante será se representantes da FFB, ao emergirem das urnas, mantenham os laços comunitários e saibam negociar melhorias pontuais nos campos social e de serviços sem abdicar das raízes. Esta pode ser a mais importante iniciativa da periferia na história da participação política nopaís.

Há mais de duas décadas, no Rio, o Partido das Favelas foi instituído com muito estardalhaço, mas pouco resultado prático. A cooptação de lideranças comunitárias, ora por partidos elitistas, ora por lideranças religiosas, jogaram por terra a oportunidade.

Que a comunidade saiba apoiar, mas principalmente vigiar seus eleitos - coisa que até hoje a sociedade brasileira não aprendeu a fazer. Se o fizer, a FFB se tornará um movimento inspirador de uma nova política no país.


Vídeo do grupo Câmbio Negro integrado por Jamaika:

 

Veja também:

>> Abril demite mais de cem e pede para parcelar indenizações

>> Casal de idosos comove o mundo por não poder compartilhar o Natal

>> Mortes em trânsito com indenização via seguro DPVAT cresceram 24%

>> Gilmar tira Garotinho de prisão decretada por juiz Federal

>> As semelhanças entre Maluf e Pinochet

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
  •  
  •  
  •  comentário(s)
  •  
 
Frente Favela Brasil lança Jamaika candidato ao Senado pelo DF
 

Copyright 2018 - WebRadio Programa Conexão - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go2web

Está no seu momento de descanso né? Entao clique aqui!