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Política - Brasil

 

Terça-feira, 12 de Maio de 2020

Líder do grupo radical pró-Bolsonaro confessa que acampamentos guardam armas

Armas para proteger o acampamento?
Armas para proteger o acampamento?


A revelação foi feita a jornalistas da BBC. Há armas dentro dos acampamentos mantidos em Brasília, possivelmente com a ajuda de parlamentares, usados para intimidar o Congresso Nacional e a sede do Supremo Tribunal Federal (STF). A ativista de extrema direita Sara Geromini, mais conhecida como Sara Winter, confirmou, pela primeira vez, a existência de armas de fogo no acampamento do grupo "300 do Brasil", montado nas imediações da Praça dos Três Poderes, em Brasília.


O grupo prega o "extermínio da esquerda" e vem ameaçando invadir o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) para defender o governo Jair Bolsonaro.

Segundo reportagem da BBC Brasil, Sara disse que as armas existentes no local serviriam para a "proteção dos próprios membros do acampamento" e negou que o armamento possa ser utilizado em ações paramilitares.

"Em nosso grupo, existem membros que são CACs (sigla para Colecionador, Atirador e Caçador), outros que possuem armas devidamente registradas nos órgãos competentes. Essas armas servem para a proteção dos próprios membros do acampamento e nada têm a ver com nossa militância", disse a militante de extrema direita. Na semana passada, parlamentares do PSOL pediram a abertura de um inquérito para apurar a atuação de Sara Winter pelo crime de "formação de milícia".

"Em todos os nossos comunicados dizemos claramente utilizamos técnicas de ação não violenta e desobediência civil. O que tem a ver ação não violenta com armas? Engraçado como a alcunha de milícia paramilitar foi rapidamente nos atribuída, mas jamais passou perto dos militantes do MST, que carregam armas e facões", questionou ela à BBC.

 

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