• Ouça a Rádio
  • Galeria de Fotos
  • Vídeos
  • Facebook
  • Twitter
SELECT TOP 3 B.Codigo , B.Nome_Arquivo , B.Href , B.Descricao FROM Banner B WHERE B.Publicar = 1 AND B.Data_Expiracao >= 20191208 AND B.[1pagina] = 1 AND B.Cod_Tipo_Banner = 4 ORDER BY B.Data_Publicacao DESC, codigo DESC
Conexão Jornalismo é o primeiro site do país a merecer o selo verde.
Planvale

Busca

 

Conexão TV

Sábado, 23 de Novembro de 2019

Aos 60 anos, morre Gugu Liberato

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
VER +

Galeria de Fotos

 
 

 
 

Comunidade

home > notícias conexão

Notícias Conexão

 

Sexta-feira, 23 de Agosto de 2019

Os novos tempos do MP Federal onde temem até leitura labial

Conversa ao pé do ouvido: novos tempos do MP
Conversa ao pé do ouvido: novos tempos do MP
Por Fábio Lau*
Foto: Fábio Lau
Modelo: Fábio Lau


Acuada, a Lava-Jato decidiu inquirir, denunciar e condenar a toque de caixa. Mostrar fôlego e fingir que os últimos acontecimentos que ofuscaram o brilho dos que se sentiam heróis não mexeram com seu ímpeto. "O ataque é a melhor defesa" é o lema dos remanescentes. Querem sair da berlinda imposta pelo escândalo da Vaza-Jato que revelou conluio entre os poderes e um tanto de falta de ética entre os que se favoreceram, até financeiramente, do processo contra a corrupção. Mas, para isso, sabem, se faz necessário empurrar para debaixo do tapete aquilo que não foi e nem será apurado - os escândalos.


Mas nesta busca por novos tempos há mudanças de comportamento que já viraram regra e até é motivo de chacota entre procuradores e gente próxima. A turma aboliu conversas em grupos de internet. Os diálogos e estratégias agora seguem muitas vezes o modelo "jogador de futebol": ao pé do ouvido e colocando a mão na frente - temem inclusive leitura labial. Conversas importantes só pessoalmente e distante do celular. Afinal, a insônia atinge outros endereços além do de Dallagnol.

Estruturalmente uma dúvida permanece entre os membros do MP Federal: quem vai substituir Dallagnol na coordenação da Lava-Jato. Na prática, o ex-todo poderoso já está afastado. Não apresenta condições emocionais de voltar e se colocar como vestal da moralidade após ser denunciado como alguém que recebeu recursos de palestras de empresas ou entidades as quais poderia ou deveria ter denunciado.

Robson Pozzobon, seu braço direito, é, para muitos, carta fora do baralho. Articulou com o ex-coordenador uma empresa onde as respectivas mulheres apareceriam como sócias apenas para auferir vantagens financeiras.

O que se diz é que buscam uma mulher, de fora do PR, mas que esteja comprometida com a "causa" - ou, em outras palavras, os "métodos".

Tarefa difícil, reconhecem, até porque "os meninos" do Paraná formam há anos uma espécie de panelinha - Clube do Bolinha. Onde as meninas, como comprovou a Vaza-Jato, são fritadas. Laura Tessler que o diga!

* Fábio Lau é jornalista, botafoguense e conversa ao pé do ouvido.

 

Veja também:

>> Papa Francisco pede que o mundo enfrente Bolsonaro e salve a Amazônia

>> A campanha "Lula Livre" e o impasse das forças progressistas contra esse governo

>> A difícil missão de homenagear apenas cem negros que fizeram história no Brasil

>> Escravidão do trabalho dominical e feriado é rejeitada pelo Senado

>> Será? Bruno Henrique teria feito esta manifestação em defesa da libertação de Lula?

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
  •  
  •  
  •  comentário(s)
  •  
 
Os novos tempos do MP Federal onde temem até leitura labial
 

Copyright 2019 - WebRadio Programa Conexão - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go2web

Está no seu momento de descanso né? Entao clique aqui!