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Transportes - Ônibus

 

Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

Maioria da população quer prioridade para ônibus, revela pesquisa

Da Redação

O debate da Rede Record entre candidatos à Prefeitura do Rio corria animado, com acusações de violência contra a mulher e de defesa da ditadura, quando um deles, Flávio Bolsonaro (PSC) dirige uma estranha pergunta ao candidato que é líder nas intenções de votos em todas as pesquisas:

- Quando é que o cidadão conseguirá tirar seu carro tranquilamente da garagem e dirigir por aí sem o risco de ser vítima da "indústria da multa"?


Crivella, para espanto geral, concordou com a legitimidade da pergunta e disse que caso seja eleito vai rever os contratos das empresas de multas. O que isso tem a ver com o título acima? Tudo.

A chamada "indústria da multa" por certo é um problema social grave dos nossos tempos, mas maior do que ele é o excesso de automóveis nas cidades. Não por acaso, uma pesquisa encomendada pelo Greenpeace e feita pelo Datafolha revela que nada menos que 74% dos entrevistados acreditam que os governos devem sim investir nos coletivos, e não nos carros particulares.

Há, em cidades como Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e outras grandes capitais, um número excessivo de automóveis que circulam diariamente com um só cidadão ao volante. Haja estradas, rodovias e vias urbanas para atender a tudo isso. Veja a pesquisa Datafolha em reportagem publicada pelo site GGN:

Jornal GGN - Pesquisa encomendada pelo Greenpeace ao Instituto Datafolha revela que a maioria da população brasileira (74%) é favorável à ações que diminuam o espaço dos veículos particulares nas ruas das cidades, caso este espaço seja decidado para corredores de ônibus, calçadas e ciclovas.

Foram ouvidas 2.098 pessoas com idade acima dos 16 anos, em 132 cidades de todo o país. A redução do número de vagas para os carros nas ruas foi apoiado por 47% dos entrevistados, enquanto 41% foram contra, 9% indiferentes e 3% não responderam.

Já a redução do número de faixas para os carros teve 49% de respostas desfavoráveis e 40% a favor. Outros 8% são indiferentes e 4% não opinaram. A terceira pergunta questionava sobre o fechamento de determinadas vias para os carros, e 52% responderam contra a medida, 36% a favor, 8% são indiferentes e 3% não responderam.

Porém, quando questionados se eles seriam favoráveis a tais medidas para aumentar o espaço de outros meios de transporte, como o ônibus, 74% das pessoas foram favoráveis.

Os entrevistados também foram perguntados sobre qual meio de transporte eles escolheriam para andar na cidade, caso existisse uma infraestrutura adequada. 42% disseram que escolheriam o ônibus, 23% o carro e 21%, a bicicleta.

Vitor Leal, da campanha Mobilidade Urbana do Greenpeace, crê que a população tende a concordar com a redução de espaço de veículos particulares quando veem um benefício direto para outros modelos de transporte. Ele também acha que é importante a abertura do diálogo entre governos e população para que a questão seja esclarecida.

"O poder público precisa dialogar mais com a sociedade, explicando melhor para que servem as coisas e não tirar o espaço sem explicar o que está acontecendo. Fazer uma discussão dizendo 'vamos colocar mais corredores de ônibus, isso significa que vai ter menos pistas para os carros, mas isso vai diminuir o trânsito, isso vai garantir um transporte de qualidade'", disse.

Leal também se mostrou surpreso com a valorização do transporte público. "Entendemos que o poder público não está respondendo adequadamente a isso, porque boa parte dos investimentos vai para espaços para o automóvel", afirmou.

Para ele, muitas vezes as pessoas escolhem o carro porque sentem que não há qualidade suficiente nos outros meios de transporte.

Leal afirma que a discussão sobre a redução da velocidade nas vias, nas eleições municipais de São Paulo, não é um assunto que atinja a maior parte da população. "É um tema que importa para uma parcela pequena da população, que é a que usa carro e que vai para a marginal e que é contra".

"Continuamos vendo candidatos do Brasil inteiro que continuam falando só para quem anda de carro e, de vez em quando, falam um pouco sobre ônibus de um jeito genérico", ressalta.

 

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