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Quinta-feira, 20 de Abril de 2017

Um "tome isso!" como há muito não se via por aqui

Da Redação

É claro que estas histórias que repercutem na Internet não deixam de ser preocupantes. Não sabemos a procedência, o nome do responsável ou sua intenção. Mas este diálogo imaginário tratado entre um provável inadimplente nas suas relações bancárias e o próprio banco não deixa de ser engraçado. Tudo por conta da descoberta, recente, de que grandes grupos econômicos devem bilhões à Previdência Social e ninguém se habilita a cobrar. E, verdade seja dita, não é de agora que isso acontece.

Como banco mexe com dinheiro - seu, mas como se fosse dele - uma perda de receita - no caso, de depósitos - é contabilizada pelas instituições como prejuízo. Desta maneira, instalada a crise em 2016, eles acusaram um improvável prejuízo. O site G1, do Grupo Globo, assim tratou:

O lucro líquido das quatro maiores instituições financeiras com ações listadas na Bovespa - Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander - somou R$ 50,29 bilhões, o que corresponde a uma queda de 18,8% ante o resultado de 2015 (R$ 61,95 bilhões).

O Itaú registrou o maior lucro entre os bancos em 2016, R$ 21,6 bilhões, com recuo de 7% frente a 2015 (R$ 23,3 bilhões). Na vice-liderança ficou o Bradesco, com ganhos de R$ 15,084 bilhões no ano passado (queda de 17,5%), seguido por Banco do Brasil, com R$ 8,034 bilhões (queda de 44,2%) e Santander com R$ 5,533 bilhões (queda de 21%).

Curiosamente, os bancos tiveram perdas (de receitas), mas o trabalhador se endividou. E sabe o que aconteceu com aquele que ficou em uma situação limite com o banco? Não conseguiu negociar. A razão é simples:

De acordo com o levantamento realizado entre os meses de julho e setembro de 2016, as principais razões do infortúnio dos endividados são: banco não renegocia dívidas que não estão atrasadas (24,2%), consumidor não consegue novo prazo para pagar o que deve (27,3%) e transferência do débito para outra empresa (29,1%).

Fonte: Economia - iG @ http://economia.ig.com.br/2017-01-30/renegociar-dividas.html

Em outras palavras, o banco quer ver o cidadão quebrado, devendo tudo, porque aí já terá extraído dele o seu limite de pagamento. Aí sim será a hora de negociar.

Dívidas


Empresas públicas, privadas, fundações, governos de Estados e prefeituras que devem ao Regime Geral da Previdência Social mais de R$ 426 bilhões - três vezes mais do que o valor arrecadação pela mesma previdência - logo, seu recolhimento tiraria, num passe de mágica, a previdência do abismo financeiro.

 

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