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Quarta-feira, 16 de Maio de 2018

Jornalistas na linha de tiro: evento reúne profissionais para falar sobre ameaças

México, Síria e Afeganistão puxam a fila dos assassinatos
México, Síria e Afeganistão puxam a fila dos assassinatos

Só no ano passado 65 jornalistas foram ameaçados no mundo. Entre eles 50 profissionais ligados a grandes empresas, sete blogueiros e oito colaboradores da chamada mídia alternativa. Em 2016, só no Brasil cinco jornalistas foram assassinados por motivos relacionados a sua atividade profissional. Este tema, que tem merecido menos destaque do que deveria, será abordado no próximo dia 26 de maio das 10h às 12h, no espaço da Tapera Taperá: Galeria Metrópole - 2º andar, loja 29, Av. São Luís, 187 - República, São Paulo.



Entre os convidados para participar de "Na Linha de Tiro: Jornalistas e a Cobertura de Conflitos" estarão Gabriela Biló (Estadão), Daniel Arroyo (Ponte Jornalismo) e Moisés Rabinovici (EBC) estarão presentes na discussão, mediada por José Arbex Júnior (PUC-SP). Os profissionais contarão suas experiências e debaterão sobre o assunto.

Entre os mortos de 2017, segundo dados da entidade Repórteres Sem Fronteira, 55 eram homens - 10 mulheres. Vinte e seis estavam no exercício da função enquanto os demais 39 já tinham sido sofrido ameaças - o que caracteriza a ação premeditada e por vingança.

Embora os casos no Brasil sejam significativos, o país não figura entre os mais perigosos para o exercício da profissão. Neste pódio infeliz estão o México, Afeganistão, Síria, Iraque e Filipinas.

Mosquito: morte e silêncio
Mosquito: morte e silêncio  
Por outro lado, no caso brasileiro, há um particular poucas vezes observado por autoridades e mesmo jornalistas. Os chamados blogueiros independentes, quando vitimados por razões políticas, poucas vezes causam comoção entre os profissionais da chamada grande mídia. Um exemplo foi o assassinato de Amilton Alexandre, "Mosquito", em 2010. O audacioso jornalista catarinense foi o único que investigou o caso de jovens ricos em um caso de estupro. Sua morte ocorreu após várias ameaças de morte.


Para saber mais sobre este caso clique aqui


* A Tapera Taperá é uma biblioteca, livraria, espaço cultural e fica a 150m do metrô República. Não é necessário fazer inscrição e o evento é gratuito.

 

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