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Política - Geral

 

Domingo, 17 de Dezembro de 2017

Dória: um ano do prefeito de SP narrado por Alberto Villas

Da Redação

Dória joga flores no chão após receber em mãos de uma ciclista
Dória joga flores no chão após receber em mãos de uma ciclista

Não é tarefa difícil fazer uma síntese do governo Dória no seu primeiro ano: "que bosta, hein!" O cara jogou um ramalhete de flores no chão após receber em mãos de uma ciclista. Uma grosseria e tanto. O cara demitiu uma secretária, aquela VJ da MTV (qual o nome dela mesmo? Soninha? Acho que sim!) ao vivo, de modo a humilhá-la. O cara conseguiu desmontar o que havia de bom e dava vida a São Paulo, como as ciclovias, limitador de velocidade para carros, tratamento e trabalho para usuários de crack pelo simples prazer de destruir "o que há de bom", como diria Caetano. Alberto Villas, dono de uma mente criativa e comprometida com a causa do bom jornalismo, enumerou. E a gente replica aqui.



De Alberto Villas - extraído do Facebook

"Em um ano de gestão, Doria:



 Instalou telas para esconder moradores de rua em grandes avenida da cidade. Alegou que não e foi desmentido pelos próprios funcionários da prefeitura.

 Declarou guerra contra a arte de rua e pintou painéis urbanos de cinza. Meses depois, disse que avaliou mal a questão e inaugurou painéis pela cidade.

 Visando o populismo, o prefeito se fantasiou de gari para iniciar o programa cidade Cidade Linda, que buscava ampliar os serviços de limpeza e zeladoria na cidade. Até dezembro, todos os índices de zeladoria apresentaram resultados piores que no ano anterior.

 Resolveu mudar o nome do Bom Retiro para "Little Seul". Após críticas, alegou que o nome não seria mudado oficialmente.

 Desmantelou a Virada Cultural em 5 palcos em bairros diferentes. Ao descaracterizar e descentralizar o evento, que tinha a ideia de fazer as pessoas transitarem pelo centro de São Paulo ao se locomoverem entre as atrações, o evento registrou seu menor público desde a criação, em 2005.

 Em seu ato mais desastroso, visando acabar com a Cracolândia, João Dória promoveu uma ação de guerra contra civis. Com total desrespeito à dignidade e a existência humana, o prefeito usou de violência, demolição de um abrigo com pessoas dentro e pediu ao MP a internação compulsória de usuário de drogas. A ação espalhou os usuários de crack pela cidade e iniciou diversas "minicracolândias".

 Semanas depois, João Dória anuncia o lançamento do projeto "Nova Luz", que visa a demolição da arquitetura histórica de parte do centro para renovação e construção de modernos edifícios aos moldes da Berrini. O que justificaria a barbárie na Cracolândia.

 O prefeito mandou aplicar jatos d'água em moradores de rua. Ao ser questionado, o prefeito alegou "foi um descuido".

 Tentou distribuir farinata ou "ração humana", para a população carente. Ao ser duramente criticado pela adoção do "alimento", João Dória alegou "o pobre tem fome, o pobre não tem hábito alimentar". Ao ver a medida se transformar em publicidade negativa, o prefeito voltou atrás com o projeto.

 Durante grande parte do ano, viajou a outros estados para receber premiações em um esforço de pré-campanha presidencial. Ao ser criticado, alegou que consegue administrar a cidade pelo celular.
Ao ver sua popularidade e aprovação despencaram pela população e pelo partido, João Dória voltou atrás.

 Para mascarar números da gestão, a gestão Dória age para dificultar acesso a dados e viola Lei de Acesso à Informação. Secretário da Comunicação disse em gravação que vai "botar pra dificultar" pedidos de jornalistas.

 Com suas "doações", a gestão Dória concedeu diversos "favores" aos doadores. Operou livremente a mão invisível do mercado. Um exemplo disso foram as doações de remédio próximos a validade, onde as empresas se livraram dos custos de descarte e ganharam R$66 milhões em isenções fiscais.

 Publicou um "showreel" da cidade e anunciou o maior programa de privatizações de São Paulo. O prefeito quer realizar 55 privatizações e PPPs leiloando São Paulo à iniciativa privada.

 Contrariando tendências mundiais, lançou o programa Marginal Segura que aumenta a velocidade máxima nas marginais Tietê e Pinheiro. O prefeito dificultou o acesso às informações públicas e não é possível obter informações concretas sobre o número de acidentes, mas foram registradas 20 mortes no período.

 Sem construir um único quilômetro de ciclovia, João Dória burocratizou o processo de ampliação da malha cicloviária. E em alguns pontos, removeu a ciclovia em prol de comerciantes que alegavam perder vagas de estacionamento em seus negócios. Só em 2017, foram 32 ciclistas mortos em São Paulo.

 Quer transformar as crianças da rede pública em mídia alternativa, colocando propaganda nos uniformes escolares. Após polêmica, anunciou que irá vetar a lei.

 Cortou a verba da saúde e com isso, paralisou as obras nos hospitais Brasilândia e Parelheiros, que atenderam parte da demanda das periferias norte e sul da cidade.

 Cortou o transporte escolar e disse aos pais para mudarem filhos de escola.

 Em uma posição autoritária, João Dória demitiu ou afastou diversos funcionários que fizeram declarações contrárias a suas decisões.



Como a lista da barbárie e tanta eu vou editando aqui com informações que for lembrando ou o pessoal comentar.



 Proibiu as crianças da rede pública de repetir as refeições, marcando a mão de quem já comeu com um carimbo.

 Ofereceu para a iniciativa privada a gestão de informação sobre o Bilhete Único, facilitando o monitoramento do direito de ir e vir do cidadão.

 Deixou cães e gatos sem comida no Centro de Controle de Zoonoses, por problemas de licitação.

 Cortou em mais da metade a verba do "Leve Leite", e com os ajustes deixou de fora do programa 690 mil crianças e adolescentes."

 

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