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Política - Geral

 

Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2020

Dino eleva índices sociais do Maranhão

Divulgação governo do Maranhão
Divulgação governo do Maranhão
Por Sugestão de Antonio Tourinho

Aposta da esquerda para as eleições presidenciais em 2022, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), avançou na redução da violência e colhe bons resultados dos investimentos em educação. O feito é ainda mais extraordinário se for levada em conta a extrema pobreza no estado. Cerca de 20% da população maranhense vive com menos de R$ 145 por mês. No Brasil, a fatia da população com esse perfil é de 6,5%.


Em entrevista ao Valor Econômico, Dino diz que o estado ainda depende dos programas de transferência de renda e de alta geração de emprego, como o Minha Casa, Minha Vida. Como essas iniciativas têm sido esvaziadas sob o governo Jair Bolsonaro, o combate à miséria no Maranhão foi prejudicado. "O efeito do ciclo econômico negativo aqui é mais duro. Estados como São Paulo ou Rio Grande do Sul têm uma força econômica própria. No Maranhão, não é bem assim", afirma Dino.

Durante a recessão de 2015 e 2016, a economia do Maranhão sofreu mais do que a do Brasil: o PIB do estado encolheu 9,5% no período, enquanto o do País teve redução de 6,7%. Diante da crise, a opção do governador foi por uma política contracíclica de manutenção dos altos investimentos e gastos.

Segundo mais recente boletim de finanças da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o Maranhão encerrou 2018 com déficit primário de mais de R$ 700 milhões. "Fizemos uma opção de uma política econômica mais ousada senão o efeito no desemprego e na queda da atividade econômica iria ser dramático", explica Dino.

Na semana passada, o governador aprovou novo piso de R$ 6.358,96 para os professores - uma alta de mais de 10% em relação ao piso anterior, que já era o mais alto entre os estados. O piso nacional é de R$ 2.886,24. Dino destinou todos os recursos do Fundeb para o salário dos professores. O restante dos investimentos na educação tem sido feito com recursos de um fundo específico com dinheiro do caixa, do BNDES e aportes privados.

Quando Dino assumiu o governo, o Maranhão não possuía nenhuma escola em tempo integral. Neste ano, essas escolas devem chegar a 74, totalizando 25 unidades a mais que no ano passado, além de uma escola bilíngue. O conjunto de investimentos na educação resultou no aumento da nota do Maranhão no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), fazendo o estado saltar da 21ª posição, em 2013, para a 13ª, em 2017, no ranking dos estados brasileiros.

Na área da saúde, o governo entregou nove novos hospitais desde 2015. Na segurança pública, outro êxito se destaca: ao praticamente dobrar o efetivo de policiais do estado, para 15 mil, e assumir o controle sobre o presídio de Pedrinhas, o governo reduziu os crimes violentos letais intencionais (CVLI) no Maranhão em 41,22% entre 2014 e 2019, segundo Secretaria Estadual de Segurança.

O dado mais expressivo vem da região metropolitana de São Luís, onde o recuo foi de 71,33% no mesmo período. Segundo o Atlas da Violência, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), São Luís é a capital brasileira que mais reduziu homicídios desde 2014.

Em 2017, dado mais recente disponível, o PIB do Maranhão cresceu 5,3%, enquanto o do Brasil avançou 1,3%. Para Dino, o crescimento é resultado da estratégia de não tirar o pé do acelerador durante a crise. Segundo o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o crescimento também se deu com a recuperação do setor agropecuário maranhense, com destaque para a produção de grãos. "O estado está há três anos com geração de vagas positiva no Caged", ressalta Dino.

Como a economia melhoru, Dino diz que vai fazer um ajuste no custeio para voltar a ter nota B do Tesouro em 2021 e poder ter acesso a crédito e continuar investindo. No ano passado, o Estado investiu R$ 1,3 bilhão, cerca de 8% a menos que no ano anterior. "Agora a gente já está em um movimento inverso", afirma.

Com informações do Valor Econômico - Via Portal Vermelho

 

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