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Política - Brasil

 

Terça-feira, 03 de Março de 2015

Lista de nomes da Lava-Jato terá políticos de todas as correntes

Da Redação

A lista de beneficiários do cartel das empreiteiras que compõe a chamada Operação Lava-Jato, investigada pela Polícia Federal, terá políticos de todas as correntes partidárias. Direita e esquerda estarão contempladas em um esquema de favorecimento que ajudava nas campanhas eleitorais e no pagamento de dívida de campanhas. O governador citado até o momento é o do PT do Acre, Tião Viana, segundo revela o site Brasil 247. Os presidentes da Câmara e do Senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, já foram avisados que estão na lista. Criada para tratar de lavagem de dinheiro (não confundir com o escândalo internacional Swissleaks), a investigação tomou novos rumos a partir do surgimento do nome da Petrobras. Todo o esquema teria desviado aproximadamente R$ 10 bilhões da estatal.

A chamada Lista de Janot, a ser divulgada nesta quarta-feira (4), terá pelo menos 40 nomes de políticos que serão, obrigatoriamente, denunciados pelo PGR ao Supremo Tribunal Federal (por conterem autoridades que gozam do foro privilegiado). Dentre os nomes já citados pelos acusadores beneficiados pela "delação premiada" constam os presidentes do PP, do PSDB e do PSB no período, Ciro Nogueira, Sérgio Guerra e Eduardo Campos (os dois últimos falecidos).

No início da noite os nomes dos presidentes do Senado e da Câmara, Renan Calheiros e Eduardo Cunha, ambos do PMDB de Alagoas e Rio de Janeiro, surgiram como integrantes da Lista de Janot. Cunha teria recebido cerca de R$ 500 mil de uma das empreiteiras acusadas no esquema.

O principal denunciante do esquema Lava-Jato é o doleiro Alberto Youssef. Ele, que é do Paraná, assim como o juiz encarregado do caso, esteve presente na campanha de políticos de expressão nacional e coincidentemente também com base eleitoral naquele estado.

Há, entretanto, outros nomes, da base aliada do governo e da oposição, que constam como beneficiários. Do PT está o ex-tesoureiro, João Vaccari. Os dois oposicionistas mortos foram delatados por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras. A conveniência de ambos estarem mortos levanta suspeitas de que os nomes possam ser uma espécie de tira-gosto para aqueles que desejam ver chafurdar também políticos da oposição.

Mas, numa planilha da Camargo Correa divulgada há três meses pelo jornal Estado de São Paulo (leia aqui), nomes fortes da política nacional constaram como citados: Michel Temer (vice presidente da República) e os senadores José Serra e Aécio Neves (ambos do PSDB). Aécio foi o candidato derrotado da oposição nas últimas eleições. Não há qualquer garantia de que a citação esteja ligada ao esquema Lava-Jato. Tampouco de que não esteja. Somente Janot poderá esclarecer.

















































Bilionário da Forbes



Um nome chave na Lava-Jato e que não mereceu ainda a devida atenção da mídia é o do empresário Joel Malucelli. Dono de time de futebol, de jogadores (como Tomás Bastos, do Botafogo, autor do gol contra o Flamengo no último domingo) e de uma ampla rede de rádio e TV, ele é aliado de boa parte dos tucanos de alta plumagem que está de olho na Lista de Janot. Doador generoso de campanhas no estado (mais de R$ 3 milhões em 2014), ele tem agido de maneira discreta nos bastidores da investigação que corre pelas mãos do juiz Sérgio Moro.

Joel Malucelli, segundo se especula no meio empresarial brasileiro, é dono de 74 empresas que lhe garantiram destaque na revista Forbes - que relaciona os principais bilionários do mundo. Mas seu patrimônio é modesto diante, por exemplo, da fortuna de um membro da família Marinho: Malucelli possui algo como R$ 2 bi.

 

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