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Polícia - Segurança Pública

 

Sábado, 14 de Abril de 2018

TV refaz caminho dos assassinos de Marielle um mês após o crime

Marielle Franco e sua companheira,  Monica Tereza Benício,
Marielle Franco e sua companheira, Monica Tereza Benício,

O JN de sexta-feira (13) exibiu reportagem sobre o "aniversário" de mês e de impunidade do Caso Marielle Franco refazendo o percurso do carro usado pelos dos criminosos/pistoleiros - carro este, um Cobalt, que teve placa clonada. A reportagem dizia "O Jornal Nacional descobriu..;." Foi o que ouvi, salvo engano. Aí então a gente pergunta: se o JN recorreu a câmeras de Prefeitura para refazer o trajeto porque a polícia não tinha feito o mesmo desde o início da investigação?


"O Jornal Nacional descobriu o trajeto do carro...." - diz William Bonner na abertura da reportagem.

Não soou como um furo na medida em que não foi atribuída a notícia aos investigadores, mas uma iniciativa dos repórteres (entre eles, Paulo Renato Soares, um dos melhores da sua geração), Leslie Leitão e Felipe Freire .

Há algo estranho aí. Aliás, continua com "algos estranhos" - como dizia um velho jornalista...

Segundo a reportagem, o carro saiu do Itanhangá (área de milícia e vizinha a Rio das Pedras - onde as milícias começaram no Rio há trinta anos), passaram pelo Alto da Boa Vista, Tijuca e finalmente o Centro. E o caminho de volta - não refeito pela Globo? O que falta para a polícia refazê-lo?

Para assistir a reportagem clique aqui


Na reportagem é exibido novamente um vídeo onde Marielle enfrenta um suposto miliciano que estava na tribuna e tentava intimidá-la - até hoje não foi divulgado o nome do agressor.

Edição do dia 13/04/2018

13/04/2018 20h59 - Atualizado em 13/04/2018 20h59

JN descobre trajeto do carro dos assassinos de Marielle e Anderson
Cobalt dos criminosos era clonado. Assassinato da vereadora e do motorista completa 30 dias sem respostas da parte da polícia.
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O Jornal Nacional descobriu o trajeto do carro dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Há 30 dias, parentes, amigos e o Brasil inteiro cobram respostas sobre o crime e justiça. A reportagem é de Leslie Leitão, Felipe Freire e Paulo Renato Soares.

Por quê? Quem quis calar essa voz? Trinta dias depois dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, não há respostas sobre o crime. Não há nada que se possa dizer para quem estava sempre ao lado dos dois.

"Lembro do Anderson brincando com o Arthur. É a imagem que não sai da minha cabeça: ele com o filho, ele com os irmãos, com a família", diz Agatha Arnaus, viúva de Anderson Gomes.

"As pessoas gritam que a Marielle vive, mas quando eu volto para casa, a minha cama está vazia. Então está difícil de entender essa parte. A parte do luto da mulher ainda não deu tempo de fazer", conta Mônica Benício, viúva de Marielle Franco.

Na noite de 14 de março, Marielle e Anderson saíram de um evento na Lapa, no Centro do Rio. Imagens de câmeras de segurança revelaram que os assassinos ficaram de tocaia e seguiram o carro da vereadora. Mas não havia câmeras onde os assassinos atiraram.

Foram 13 disparos. Marielle foi atingida quatro vezes na cabeça; Anderson, três.

A suspeita inicial era de que o atirador teria usado uma pistola com um kit para disparar uma rajada de balas calibre 9 milímetros. Agora, fontes dizem que o mais provável é que a arma do crime tenha sido uma submetralhadora por causa da precisão da rajada.

As autoridades de segurança deram poucas informações sobre o crime. Não falaram do carro nem do trajeto dos criminosos.

Mas o Jornal Nacional apurou que o Cobalt dos assassinos era clonado - usava a mesma placa de um carro que estava à venda numa concessionária em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

A partir de registros de câmeras de segurança, descobrimos o caminho que os assassinos percorreram antes de perseguir a vereadora.

O carro clonado passou pelo bairro do Itanhangá, na Zona Oeste do Rio, às 17h34, e subiu o Alto da Boa Vista. Às 18h02, uma câmera registrou o carro na Tijuca, na Zona Norte; 53 minutos depois, às 18h55, o carro chegou à Lapa, onde ficou esperando a vereadora.

A dona do carro verdadeiro, que comprou o veículo 20 dias antes do crime, prestou depoimento e conseguiu provar que ele estava estacionado no Leblon, na Zona Sul, na hora do crime.

"A gente sabe da dedicação da Delegacia de Homicídios para o caso da Marielle. Mas a gente precisa de satisfação no sentido de um diálogo mais permanente com o conjunto da sociedade, para tranquilizar de alguma forma a ideia de que não vai terminar em impunidade", disse Marcelo Freixo, deputado estadual (PSOL-RJ).

Para se proteger, a assessora de Marielle que testemunhou o crime saiu do país depois de prestar depoimento.

A polícia também ouviu outros assessores e dez vereadores. Nenhum é suspeito, mas eles podem ajudar a entender quem teria motivos para matar Marielle.

Os investigadores compararam parte de uma digital identificada em cápsulas do local do crime com as digitais de dois homens executados esta semana no Rio em circunstâncias não esclarecidas. Nenhum dos dois mortos é tratado como suspeito.

Nesta sexta-feira (13) a Anistia Internacional pediu às autoridades brasileiras prioridade na investigação dos assassinatos de Marielle e Anderson. O comunicado afirma que, se o estado não levar os culpados à Justiça, vai reforçar ainda mais a ideia de que defensores dos direitos humanos podem ser mortos sem que seus assassinos sejam julgados.

A Anistia Internacional pede uma investigação imediata, completa, imparcial e independente, que identifique os atiradores e também os autores intelectuais do crime.

"A gente quer relembrar o estado brasileiro que um homicídio de uma defensora de direitos humanos, a quinta vereadora mais votada na segunda maior cidade do país, é uma prioridade, e que a gente continua esperando e vamos continuar nos mobilizando para exigir do estado brasileiro que priorize essa investigação e que dê uma resposta que o caso merece", afirmou Renata Neder, coordenadora de Pesquisa da Anistia Internacional.

Marielle foi assassinada no dia 14 de março com quatro tiros na cabeça. O motorista que a acompanhava, Anderson Gomes, sofreu três tiros. A assessora escapou ilesa e hoje está no exterior para fugir de um eventual atentado à sua vida.

 

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