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Gastronomia - Culinária

 

Sábado, 27 de Fevereiro de 2016

Das 150 espécies brasileiras de maracujá, apenas duas têm valor comercial

Da Redação

Somos o maior produtor mundial da fruta
Somos o maior produtor mundial da fruta
Se para a maioria das pessoas esta informação é uma novidade, talvez existam outras que você não sabe. Por exemplo, a de que o Brasil é o maior produtor mundial de maracujá, embora desconheça a maior parte das espécies. E tem mais: algumas das espécies selvagens correm o risco de desaparecer antes mesmo que sejam estudadas, sem que se saiba quais são suas propriedades e potenciais benefícios. A reportagem é do site Ciclo Vivo:

Existem cerca de 520 espécies conhecidas de maracujazeiro. Elas crescem como trepadeiras, cipós ou arbustos nas florestas tropicais das Américas, mas predominam na Amazônia. O Brasil abriga ao menos 150 espécies. A Colômbia, 170. São os centros de diversidade do maracujá. Apesar de tamanha variedade, só duas espécies foram domesticadas e têm valor comercial, como alimento ou então nas indústrias de bebidas, cosméticos e farmacêutica. São elas o maracujá-amarelo ou maracujá-roxo, mais azedos (Passiflora edulis), e o maracujá-doce (P. Alata), que se come de colher - daí o nome tupi da fruta, mara kuya, que quer dizer "alimento na cuia". Algumas espécies selvagens têm ainda uso ornamental.

O Brasil é o maior produtor mundial de maracujá e também o maior consumidor. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2014 foram produzidas 823 mil toneladas, sendo que 75% da produção está concentrada no Nordeste. A produção e a área plantada decuplicaram desde os anos 1980, graças aos melhoramentos genéticos feitos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Daí a importância de pesquisar e conservar a riquíssima diversidade do maracujá. Mas há um problema: à exceção das duas espécies domesticadas, todas as demais são selvagens e pouquíssimo estudadas. Suas propriedades são desconhecidas da ciência. "É um desafio do ponto de vista da conservação. Não sabemos quase nada sobre a variabilidade genética da maioria das espécies de maracujá selvagem", alerta a pesquisadora Anete Pereira de Souza, do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Anete Pereira de Souza é a responsável pelo projeto "Variabilidade genética e molecular em acessos de maracujá (Passiflora spp.) comerciais e selvagens, visando conservação ex situ e melhoramento de plantas", apoiado pela FAPESP.

















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A maioria das espécies selvagens de maracujá floresce em florestas úmidas e quentes. "Este é o grande problema com as mudanças climáticas. Qualquer alteração hídrica ou da temperatura pode significar a perda de um grande número de espécies", afirma Anete.

Prospecção e preservação

Em outras palavras, muitas espécies selvagens correm simplesmente o risco de desaparecer antes mesmo que tenhamos a chance de conservar amostras da sua variabilidade genética, uma fonte promissora e insubstituível para futuros melhoramentos nas espécies domesticadas.

"Há genes de resistência contra doenças que a gente poderia usar para melhorar as espécies cultivadas", diz a pesquisadora.

A única amostragem do genoma do maracujá foi publicada por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).

Confira aqui a matéria completa na Agência Fapesp.

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