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Domingo, 03 de Setembro de 2017

"Meu Corpo Não É Público" - publicitários criam campanha para conscientização

Via Athayde Motta - Facebook

A onda de ataques a mulheres nas ruas e principalmente nos coletivos, que ganhou fôlego esta semana com casos registrados no Rio e em São Paulo, ganhou um adversário de peso. Publicitários criaram campanhas com os dizeres "Meu corpo não é público" disponível para ser copiada, reproduzida ou compartilhada nas redes sociais.

Os casos de ataques às mulheres, que geraram uma onda de protestos nas redes sociais, tiveram ainda maior visibilidade por conta da sentença do juiz José Eugênio do Amaral Souza Neto que soltou o auxiliar de serviços gerais, Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, após ele ejacular sobre uma passageira de ônibus.

Leia também:
Preso novamente homem que ejaculou em mulher dentro do ônibus


A alegação do juiz, de que não fora configurado estupro, recebeu críticas de profissionais de Direito que viram sim caminhos de manter encarcerado o agressor. Mas em todo o país, e principalmente nas redes sociais, a decisão do magistrado gerou protestos.

Curiosamente, entidades de classe ligadas à magistratura saíram em defesa do juiz. Mas nenhuma amparou a jovem agredida no ônibus que, após a sentença, disse ter se sentida sozinha e abandonada.

Preso novamente

Na manhã de sábado, Diego foi preso novamente após molestar outra mulher em um ônibus. O delegado que está com o caso já pediu sua prisão preventiva por acreditar que o acusado necessite de tratamento médico. Mas a Justiça ainda não se pronunciou. Há quem veja a hesitação em uma questão de caráter corporativista: se atender ao pedido do juiz estará desmoralizando o magistrado que o soltou pelo mesmo motivo na semana passada. E, se não atender e mantiver livre o ejaculador, como tem sido chamado o agressor nas redes sociais, estará mais uma vez desprezando a opinião pública.


Clique aqui e veja a campanha no tumblr

 

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