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Quarta-feira, 08 de Novembro de 2017

Ex-procurador revela acordo com EUA para destruir BNDES e política do país

Da Redação

A notícia é a comprovação de algo que parecia evidente, mas carecia de provas. O ex-procurador Marcelo Miller, que trocou de lado e é acusado de, ainda no MPF, organizar a delação da JBS, deixou explícito em e-mail que enviou para si mesmo o uso dos Estados Unidos como "alavanca" para fazer avançar investigações contra instituições e autoridades brasileiras. No e-mail ele sugere ainda que a ação demoliria nomes fortes da política, inclusive Lula.



A informação foi divulgada nesta quarta-feira 8 pelo diário conservador Folha de S. Paulo (ver infográfico abaixo).

Miller pediu exoneração do MPF em fevereiro de 2017. Ele alega que nunca tratou do caso da JBS enquanto ocupava o cargo público.

O procurador, que atuou ao lado de Rodrigo Janot, se transferiu para o escritório Trench Rossi Watanabe, que tinha contrato com empresas de Joesley Batista.

No dia em que sua exoneração foi publicada, 5 de abril, Miller viajou para os Estados Unidos para fazer uma apresentação sobre a JBS com passagem paga pelo escritório no valor equivalente em reais a R$ 36,2 mil, mais que o salário anterior dele no MPF, R$ 34,9 mil.

Não está claro se a apresentação foi relativa a acordo de colaboração feito pela empresa com autoridades norte-americanas.

No e-mail, datado de 9 de março, Miller faz um roteiro de como os dirigentes da JBS deveriam agir para conquistar a delação premiada em termos favoráveis.

Num dos itens da mensagem, ele escreve: "A ponta internacional como alavanca: precisamos procurar as autoridades dos EUA e iniciar o procedimento de cooperação lá".

Como conclusão, ele resume o que a JBS teria a oferecer: "Estamos trazendo pela primeira vez BNDES, que era a última caixa-preta da República, estamos trazendo fundos, Temer, Aécio, Dilma, Cunha, Mantega e, por certo ângulo, também Lula. Temos elementos muito sólidos de corroboração".

A Operação Lava Jato foi alvo de recente crítica do senador Roberto Requião por atuar como se existisse num território alheio ao Brasil.

Ele escreveu:

O juiz Sérgio Moro sabe; o procurador Deltan Dallagnol tem plena ciência. Fui, neste plenário, o primeiro senador a apoiar e a conclamar o apoio à Operação Lava Jato. Assim como fui o primeiro a fazer reparos aos seus equívocos e excessos. Mas, sobretudo, desde o início, apontei a falta de compromisso da Operação, de seus principais operadores, com o país. Dizia que o combate à corrupção descolado da realidade dos fatos da política e da economia do país era inútil e enganoso. E por que a Lava Jato se apartou, distanciou-se dos fatos da política e da economia do Brasil? Porque a Lava Jato acabou presa, imobilizada por sua própria obsessão; obsessão que toldou, empanou os olhos e a compreensão dos heróis da operação ao ponto de eles não despertarem e nem reagirem à pilhagem criminosa, desavergonhada do país.

Do Viomundo

 

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