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Saúde - Bem Estar

 

Quarta-feira, 23 de Março de 2016

Pesquisador denuncia relatório errado do Ministério sobre a Fosfo

Da Redação

Durvanei Maria: erro na escala
Durvanei Maria: erro na escala
Milhares pacientes de câncer aguardam ansiosamente a sanção presidencial do projeto que prevê a distribuição da Fosfoetanolamina Sintética. Mas o erro na elaboração de um relatório oficial, denunciado por um dos pesquisadores da fórmula, deixa a todos em estado de alerta. No documento elaborado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia há uma informação que pode comprometer a aprovação do projeto por Dilma Rousseff: a que diz não ter sido encontrado "efeito anticancerígeno" nos estudos. Mas, para umd os pesquisadores envolvidos no desenvolvimento da Fosfoetanolamina Sintética, Durvanei Maria, a razão para não ter sido encontrado é facilmente explicável: os estudos oficiais não respeitaram a escala desenvolvida pelos pesquisadores da USP. Durante os mais de 20 anos de produção e distribuição, o composto apresentou efeitos positivos que proporcionaram evidentes sinais de recuperação entre os doentes. Para Durvanei, caso a chamada "escala" tivesse sido respeitada nos testes, a substância teria apresentado a aguardada ação inibitória nas células tumorais.

Aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, este em menos de cinco minutos em sessão nesta terça-feira (22), o projeto prevê que os pacientes, desde que com receituário médico, poderão ter acesso à Fosfo. O composto, desenvolvido há mais de 20 anos, tem apresentado evidentes sinais e potencialidades indiscutíveis de cura, segundo revelam estudiosos e até médicos. Alguns pacientes, hoje, são visto pela Medicina como curados.

Mas outros efeitos positivos já foram detectados pelos pacientes que usaram a Fosfoetanolamina. Entre eles estão o fim das dores lancinantes (com a dispensa de da morfina, por exemplo), recuperam do apetite, o que garante o aumento do peso e a disposição em trabalhar e retomar a rotina de vida.

Um dos casos que mais chamaram a atenção da reportagem de Conexão Jornalismo, com mais de 200 títulos sobre o tema, refere-se a uma criança de seis anos:

- Depois que tomei a Fosfo parei de sentir dor - disse Raiani Berbel, uma moradora de São Paulo (leia aqui).

Duvanei é um dos seis pesquisadores envolvidos na produção e estudo da Fosfoetanolamina. Durante duas décadas o composto foi produzido e distribuído gratuitamente pela USP de São Carlos. Na sua nota, o pesquisador alerta que a nulidade do composto estudado no Ministério se deveu a maneira de desenvolver a fórmula.

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Para alguns defensores, o risco do resultado ineficaz ao qual os estudiosos do ministério chegaram, é que a presidenta Dilma Rousseff, de posse do relatório sob suspeita do Ministério, seja induzida ao erro. Por constar que não tem o efeito anunciado ela pode se sentir na obrigação de optar pela não aprovação do projeto.



Fosfoetanolamina: acessoao composto só depende agora de Dilma Rousseff
Fosfoetanolamina: acessoao composto só depende agora de Dilma Rousseff  


























Leia abaixo a carta do pesquisador Durvanei Maria* em seu site.



NOTA DE ESCLARECIMENTO



Venho por meio desta, com base nos ensinamentos éticos e morais passados por meus pais, esclarecer um assunto que ganhou espaço nas redes sociais e, também, na imprensa.

No dia 18 de março de 2016 , o MCTI - Ministério da Ciência, Tecnologia e indústria - divulgou um relatório com estudos, "in vitro", referentes à fosfoetanolamina sintética. Segundo o documento, na escala realizada nos trabalhos, a molécula não teve efeito anticancerígeno, apesar de mencionarem que na escala que eu meus orientados usamos em nossos estudos, a substância apresenta ação inibitória nas células tumorais.

Tal relatório, como está sendo divulgado pela grande mídia, pode gerar uma confusão na população em geral, afinal, ele sugere que a substância não tem resultado satisfatório naquilo que ela se propõe a fazer e, também, que a escala usada nos estudos realizados pela equipe chefiada pelo professor João Calixto, e custeada pelo Ministério, é válida, o que não é verdade.

Por esse motivo, resolvi, através deste comunicado, esclarecer alguns pontos, e para isso, usarei os argumentos feitos por mim e usados pelo defensor público federal, Daniel Macedo, em ofício de nº 22 ¬ (DPU RJ/2OFDHTC RJ) encaminhado à Drª. EMÍLIA MARIA SILVA RIBEIRO CURI, secretária Executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, solicitando explicações sobre os trabalhos apresentados pelo MCTI .

"Na página 1, tópico 3.1, o ensaio colorimétrico de MTT foi realizado com os compostos em concentrações de 1.000 e 10.000 uM. Conforme os dados já publicados e o próprio relatório do Prof. Manuel Odorico/UFC, a Fosfoetanolamina sintética apresenta concentração inibitória média frente às diferentes linhagens tumorais em ordem de mM. As concentrações que foram testadas neste relatório correspondem as concentrações em média 100 vezes menores que a faixa e concentração de atuação da Fosfoetanolamina em linhagens tumorais. Sendo assim, o relatório apresentado não apresenta significado cientifico. Os artigos com a Fosfoetanolamina sintética estão disponíveis para consulta no PubMed, os quais apresentam as concentrações inibitórias em escala de mM. Na página 2, o Prof. João Calixto justifica que não foram utilizadas concentrações maiores devido a alteração do pH do meio de cultura, como também não informa qual o pH utilizado nos experimentos. Esta justificativa não é plausível do ponto de vista cientifico, pois se houvesse alteração no meio de cultura, poderia ser realizado controles com meio de cultura em pH equivalente ao tratamento que sofreu alteração no pH. Os resultados apresentados neste relatório não podem ser considerados, pois os ensaios não foram realizados utilizando a faixa de concentração de ação da Fosfoetanolamina sintética em mM. O relatório não leva em consideração a faixa de concentração do potencial de ação e perfil farmacocinético da Fosfoetanolamina sintética. A concentração da Fosfoetanolamina sintética não pode ser comparada a dos quimioterápicos convencionais, como no relatório apresentado, pois seu efeito antiproliferativo difere destes quimioterápicos."

Fica aqui minha indignação e repulsa pela maneira como os estudos foram realizados e comunicados a opinião pública. Aproveito, também, para informar que por motivos de conflitos de interesses, solicito minha dispensa como membro do GT/Portaria 1.767 dos Ministérios da Saúde Ciência e Tecnologia, para que possa preservar os princípios éticos e morais, envolvidos na pesquisa.

(Durvanei Maria, professor, doutor e pesquisador da Fosfoetanolamina)*

 

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