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Política - Eleições

 

Segunda-feira, 02 de Setembro de 2019

Popularidade de Bolsonaro é a mais baixa entre os últimos presidentes

Prepara: daqui a pouco os ricos, aqueles que o amavam, vão odiá-lo mais do que você.
Prepara: daqui a pouco os ricos, aqueles que o amavam, vão odiá-lo mais do que você.

Muito blablablá e nenhum resultado. O desmonte do Brasil e a promessa de que as reformas vão melhorar a situação do povo não cola. O resultado disso, além da penúria cada vez maior de parcela importante da população, é a queda da popularidade. Um ministro da Economia sem projetos e um presidente fanfarrão que, nos momentos de crise aguda, como agora, recorre ao médico em busca de internação. Nada poderia ser pior.


Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (2) nublada indica que a situação do presidente é grave. A queda do seu prestígio, ou daqueles que o consideravam bom ou ótimo, caiu de 33% (o que já era baixo para um início da gestão) para 29%.

Já a sua impopularidade segue com pleno vigor: subiu de 33% (o que já era altíssimo) para 38%.

Em junho, primeira pesquisa que o Datafolha fez, dando um suspiro incomum ao candidato das elites, percebia-se que Bolsonaro sobrevivia com o país partido em 1/3. Para cada parcela ele era péssimo, razoável ou ótimo. A coisa mudou - ou se desfigurou.

Queda e a boca maldita


O que contribuiu para sua queda de popularidade? As bobagens que fala, a inércia diante da crise, a negação do óbvio (não há fome no Brasil), a insistência em transformar um filho incapaz em embaixador, a fala clara de que daria um filé aos filhos (quando o povo tem dificuldades de sobreviver), uma reforma da previdência que beneficia ricos, entre outras.

Mas o que mereceu maior repercussão foi exatamente a sua última obra: negou responsabilidades na destruição da Amazônia, demitiu um cientista que denunciou os sucessivos incêndio da mata e comprou briga com autoridades estrangeiras que se dispuseram a ajudar.

Outro fator que chama a atenção na pesquisa é que mesmo entre os ricos, que apoiaram o candidato e, quando possível, pressionaram empregados a fazerem o mesmo, a queda de prestígio é intensa. Ele viu 10% dos seus eleitores abastados deixarem o barco à deriva.

Por ordem, a maior rejeição ao governo Bolsonaro está nos seguintes segmentos:

Mulheres - 43%
Renda superior a 10 SM - 46%
Desempregados - 48%
Negros - 51%
Moradores do Nordeste - 52%
Ateus - 76%


44% dos entrevistados afirmaram que não confiariam "nunca" na fala do presidente Bolsonaro. Para 36%, às vezes até acreditam no que ele diz. Apenas 19% acham que o que ele fala deve se escrever porque irá cumprir.

 

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