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Segunda-feira, 04 de Março de 2019

Marchinha ironiza o vício de Cabral por dinheiro

A mandinga do Cabral que se disse viciado em ... roubar
A mandinga do Cabral que se disse viciado em ... roubar

Não podia passar em branco. Mesmo prestando depoimento poucos dias antes do Carnaval, o ex-governador e hoje prisioneiro Sérgio Cabral, condenado a 197 anos por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, não passou em branco nos enredos da folia. Após prestar depoimento ao juiz da Lava-Jato do Rio, Marcelo Bretas, e dizer que estava "viciado" em dinheiro, ele inspirou as mentes criativas. Uma delas foi a do jornalista, poeta e compositor de marchinhas, Ricardo França, 50 anos.


- Não dava para passar em branco. O vício de Cabral por dinheiro arruinou a economia do Estado e nos legou uma tragédia social que parece não ter fim, disse.

E foi coberto de indignação que Ricardo França rabiscou a marchinha de protesto para marcar 2019:

O vício do Cabral



Eu sou viciado em dinheiro

Dinheiro me deixa doidão

Comecei com uma nota de cem

Hoje eu cheiro, amor, um milhão!



Moedinha de um Real

Chupava quando criancinha

Em Bangu nesse Carnaval

Tô sofrendo de abstinência

Fui eleito governador

Sou o cara, sou o Cabral

No Programa eleitoral

Fui eleito com inteligência



Chamei vagabundo o aposentado

Inventei a UPP

Muitos dizem que estava cheirado

Eu confesso que sou viciado

No dinheiro de você



Na minha mansão, em Mangaratiba,

Na minha lancha de magnata,

Investi em jóias caras

E no bumbum do povo

Baticum baticum baticum



Um dia vou cheirar de novo

Dólar e cigarro de Euro

Sempre com o nariz de pé

Um viciado malandro não chora

Não perde a pose

Sou Cabral, viu Mané!?









Ricardo França fez
também marchinhas
para outros
personagens do momento:
Pezão,
o sucessor de Cabral,
ganhou rima
para falar
do apetite voraz
que o motivou
a fazer
churrasco na prisão:











(...)Faço churrasco na prisão,

Onde guardo libra esterlina...

Caviar... no jantar...

Sou comilão...

Esse é o meu estigma,

No esquema do 'doidão'(...)



O compositor se inspirou ainda na política de Brasília onde o comando do país oscila entre o general e o capitão:

Mourão, Mourão, Mourão,

General não bate continência

Pra capitão

Mourão, Mourão,Mourão,

Tu manda no quartel

Mas não manda no salão



E ao pai do 01, 02, 03, o capitão e presidente Bolsonaro, também coube um recado. Afinal, o que os "meninos" não fazem para aparecer no noticiário?

(...)Cuida dos seus filhos...

Do um, do dois e do três

Respeita o luto do Lula

O que o Lula te fez?

 

Veja também:

>> Alfredinho, do Bip Bip, deixa o mundo aos 75 anos em pleno Carnaval

>> Alta taxa de suicídio entre policiais militares revela o perigo das ruas

>> Witzel vira placa rasgada no Carnaval do Rio

>> Presidente da Vale é demitido às vésperas do Carnaval

>> Multidão no Carnaval de rua de BH manda recado para Bolsonaro. Escuta só!

 
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