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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017

Folha demite jornalista que criticou pedofilia e bullying em filme de Gentili

Da Redação

Gentili: demissão de jornalistas que foi crítico com filme
Gentili: demissão de jornalistas que foi crítico com filme
Liberdade de expressão em redação de jornal? Conta outra. O que mais se ouve nas redações dos grandes jornais, revistas e TVs é a frase: jornalista não é feito para pensar. E é fato. Os mais assanhados o são porque aprendem a pensar como desejam os patrões. O caso de Diego Bargas, da Folha, é clássico. Ele criticou uma das estrelas da geração de humoristas reacionários e pagou um preço alto. Disse, que no filme "Como se tornar o pior aluno da escola", Gentili incentiva o bullying e a pedofilia. O detalhe é que Bargan, antes de publicar a crítica na Folha, procurou Gentili que nse recusou a responder seus questionamentos.


Tão escandaloso quanto a demissão foi a Folha tê-la feito tão logo Danilo Gentili ter incitado seus fãs a perseguiram o jornalista.

Se ao fazer a crítica Bargas sofreu vários ataques na internet dos aliados e seguidores de Gentili, após sua demissão foram colegas e leitores que se solidarizaram a ele. O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e a Federação Nacional dos Jornalistas manifestaram apoio ao profissional. Leia a carta na íntegra:

"O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) repudiam veementemente a perseguição contra o jornalista Diego Bargas, por incitação do humorista Danilo Gentili, e, em seguida, a sua demissão do jornal Folha de S.Paulo.

A demissão ocorreu poucas horas depois de Gentili, em rede social, ter incitado a perseguição ao jornalista, após a publicação de matéria assinada por Bargas, "Comédia juvenil ri de bullying e pedofilia", sobre filme concebido e estrelado por Gentili. A matéria foi publicada na última sexta-feira (13), na Folha de S.Paulo. Após a publicação, no início da tarde, o humorista reagiu incitando o ódio na internet e estimulando seus mais de 15 milhões de seguidores no Twitter a perseguir Bargas. O jornalista passou a sofrer ofensas e xingamentos em todos os seus perfis em rede social.

É mais um grave caso de perseguição e intimidação a jornalistas, o sexto ocorrido em São Paulo nos últimos meses, e que mostra uma escalada contra a liberdade de expressão e de imprensa em nosso país. O texto de Bargas é uma reportagem correta, que analisa o filme e reproduz pontos de vista de Gentili e do diretor Fabrício Bittar expressos em entrevista ao jornalista. Gentili, porém, decide massacrar o jornalista em rede social, mostrando sua intolerância à atividade jornalística, e manipular o episódio para tentar melhorar o resultado comercial de seu produto.

A situação agravou-se, pois, poucas horas depois de Gentili ter iniciado sua ação intimidatória, o jornalista foi comunicado, no início da noite de sexta-feira, de sua demissão pela chefia. A Folha de S.Paulo, ao tomar tal atitude, demonstra não ter o mínimo compromisso com princípios como a liberdade de imprensa, de expressão e com a pluralidade, dos quais a empresa se reclama em suas campanhas de marketing.

O Sindicato se coloca à disposição do jornalista e, junto com a Fenaj, continuará defendendo os profissionais de todo e qualquer tipo de assédio, intimidação ou perseguição, e lutando pela liberdade de imprensa e pelo respeito às condições fundamentais para o exercício de um jornalismo de qualidade.

São Paulo, 15 de outubro de 2017.

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo - SJSP

Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj"




 

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