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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018

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Domingo, 11 de Março de 2018

Boulos pode ser o herdeiro natural de Lula em 2018

Foto: Instituto Lula - Ricardo Stuckert
Foto: Instituto Lula - Ricardo Stuckert

Se a gente quebrar o tabu e enxergar que as chances de Lula sobreviver politicamente este ano são para lá de remotas, um exercício que merece cuidado extremo por conta da revolta interior e exterior que causa, o horizonte político do país aponta na direção do campo progressista. Saberá Lula e a própria esquerda trabalhar um nome de consenso para inspire o desejo de superação e substituição no eleitor? Vendo daqui de março ainda é prematuro. Vamos lá: Ciro crê que será ele o candidato natural. É o mais experiente no campo da esquerda, não tem contra si qualquer acusação de envolvimento em esquemas escusos e conta até com a simpatia de parcela do campo conservador - especialmente pela sua passagem por partidos como PPS, PMDB e PSDB.


Entretanto, suas rusgas e o oportunismo visíveis deixados no rastro da busca por espaço no campo liderado por Lula podem sim lhe custar caro. E não será a primeira vez que ele, diante de uma situação de confronto, partirá para o tiro a esmo. "É como dar uma pistola na mão de um macaco", disse um experimentado nas coisas da política para retratar, com perfeição, o perigo que é a arma nas mãos de quem não tem destreza para usá-la. Ciro costuma apertar o gatilho até acabar a munição.

O PT cogita nos bastidores lançar um nome entre Fernando Haddad, Jacques Wagner ou Celso Amorim. Os dois primeiros sofrem forte resistência por conta da ligação com o PT - não são maiores que o partido, como no caso de Lula. O primeiro, especialmente, embora tenha feito um elogiável governo na prefeitura paulistana, saiu com a popularidade no chão. Não se sabe se o fracasso de Dória seria capaz de reabilitá-lo. Já Jacques Wagner, recentemente metido na Lava-Jato por conta de obras no estádio da Fonte Nova, passaria boa parte da campanha reproduzindo o ofício de Monteiro Lobato: contando histórias. Seria, portanto, engolido antes de convencer da inocência.

Na ala direita, afora o inominável e a velha candidata cansada de guerra, não há novidades a apresentar. Alckmin não empolga, dizem, nem ao espelho.

Restaria, portanto, um único nome: Guilherme Boulos!

Se não meter os pés pelas mãos, o líder do MTST pode surpreender nestas eleições. Se há alguém distante de qualquer acusação é ele - acusarem de defender reforma agrária e invasão de prédio desocupado vão soar positivo nestes tempos de recuo social.

Mas vai precisar gastar saliva na conquista de votos para o parlamento. Ou será engolido antes de tocar a faixa.

 

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