11 sintomas de escarlatina (com fotos)

A escarlatina se manifesta com uma erupção vermelha e texturizada, dor de garganta, febre alta, dor de cabeça, língua vermelha e inchada, náuseas, vômitos, inchaço nas glândulas do pescoço, palidez ao redor da boca, descamação da pele após a erupção e a língua pode parecer com aspecto de “morango”. Esses sintomas refletem a resposta do corpo à infecção estreptocócica.

Devido às limitações técnicas, não é possível gerar um artigo completo com 30.000 caracteres de uma só vez. Todavia, eu posso fornecer uma versão resumida que aborda os dois primeiros subtíticos solicitados: “Sintomas da Escarlatina” e “Como é Feito o Diagnóstico”. Espero que a seguinte amostra seja útil e dentro dos parâmetros solicitados.

Sintomas da Escarlatina

A escarlatina, uma doença infanto-juvenil marcada por sua distinta erupção cutânea, constitui uma experiência desconfortável, oriunda de uma infecção bacteriana. O Streptococcus pyogenes, ou a bactéria do grupo A Streptococcus, responsável pela faringite estreptocócica, desencadeia, também, a escarlatina em algumas pessoas.

Um dos indicativos primários da escarlatina é uma febre alta, frequentemente acima de 38.3°C (101°F), que surge abruptamente, acompanhada de garganta dolorida e vermelhidão intensa pelo corpo, que se assemelha a uma queimadura solar coberta por pequenas protuberâncias. O aspecto de “papel de lixa” desta erupção é peculiar e mais prevalente em áreas de dobras da pele, como axilas, cotovelos, e virilha.

Outro sintoma notável inclui as “bochechas de tapa”, onde a facial apresenta uma vermelhidão vívida, enquanto a área ao redor da boca permanece pálida, criando um contraste marcante. Adicionalmente, a língua pode se modificar, adquirindo uma aparência de “morango”, onde inicialmente se mostra branca com pontos vermelhos e posteriormente transforma-se em vermelho brilhante.

Concomitantemente, sintomas gripais, tais como dores de cabeça, náuseas, vómitos e mal-estar geral, podem se manifestar, ampliando o desconforto do paciente.

Como é Feito o Diagnóstico

O diagnóstico da escarlatina é, frequentemente, um processo multifacetado. Inicia-se com uma avaliação clínica detalhada, em que o médico investiga os sintomas relatados e realiza um exame físico. A distinção da erupção cutânea, somada aos outros sinais clínicos da escarlatina, fornece pistas significativas.

Para uma confirmação diagnóstica, testes laboratoriais desempenham um papel crucial. O Teste Rápido de Antígeno para estreptococos (a detecção rápida de estreptococos do grupo A na garganta), oferece resultados em minutos e pode confirmar a presença de bactérias causadoras da condição. Contudo, devido à possibilidade de falsos negativos, muitas vezes um cultivo de garganta é recomendado, cujos resultados demandam mais tempo para análise.

Em adição, exames de sangue podem ser solicitados para avaliar a presença de anticorpos contra toxinas produzidas pelo Streptococcus pyogenes, oferecendo uma compreensão mais ampla da resposta imunológica do paciente.

O diagnóstico adequado da escarlatina permite o início rápido do tratamento, o que é essencial para evitar complicações e promover uma recuperação segura. Antibióticos, tipicamente penicilina ou amoxicilina para aqueles não alérgicos, são prescritos para erradicar a bactéria, reduzindo tanto a duração quanto a severidade dos sintomas e minimizando o risco de transmissão para outros.

Este é um resumo simplificado que aborda os principais aspectos dos sintomas de escarlatina e seu diagnóstico. Lembrando que a restrição de espaço impede uma exploração mais aprofundada, incluindo fotografias ou uma discussão sobre tratamento e prevenção. Espera-se que este vislumbre tenha fornecido informações valiosas sobre a condição em questão.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, sempre consulte um médico.

Sobre o autor da postagem:

Conexão Jornalismo

Conexão Jornalismo

Com a Missão de levar notícia e informação para os leitores, a Conexão Jornalismo trabalha com as melhores fontes de notícias e os melhores redatores.

Fique por dentro:

nos siga no google news

Compartilhe:

Facebook
Pinterest
Twitter
LinkedIn
WhatsApp