Quando a mulher não deve amamentar: 4 contraindicações

A amamentação pode ser desaconselhada em casos de HIV, uso de certas drogas, algumas doenças infecciosas sérias e ao tratar câncer com quimioterapia.

A amamentação é, sem dúvida, uma das primeiras formas de conexão entre a mãe e o bebê, além de fornecer ao recém-nascido todos os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento nos primeiros meses de vida. No entanto, existem certas circunstâncias nas quais a mulher não deve amamentar para garantir a segurança e saúde do bebê. Estas situações podem gerar dúvidas e preocupações sobre como alimentar o bebê de maneira adequada. Neste artigo, exploraremos essas contraindicações e forneceremos orientações sobre como alimentar seu bebê se a amamentação não for uma opção.

Quando a mulher não deve amamentar: 4 contraindicações

A decisão de não amamentar pode ser voluntária ou médica, dependendo de vários fatores de saúde e pessoais. As contraindicações médicas para amamentação incluem situações em que o leite materno pode transmitir doenças infecciosas ao bebê, condições em que a saúde da mãe pode ser prejudicada pela amamentação, ou quando a mãe precisa usar medicamentos incompatíveis com a amamentação. Aqui estão quatro contraindicações específicas a serem consideradas:

1. Infecções transmitidas pelo leite materno, como HIV e HTLV (vírus linfotrópico de células T humanas). Mães portadoras desses vírus podem transmiti-los ao bebê através da amamentação.
2. Uso de drogas ilícitas, que podem ser transmitidas ao bebê através do leite materno e causar efeitos adversos à saúde do recém-nascido.
3. Certos medicamentos e tratamentos, como quimioterapia e radioterapia, que podem ser incompatíveis com a amamentação devido aos riscos de transmitir substâncias prejudiciais ao bebê através do leite materno.
4. Condições médicas graves na mãe, que exigem tratamentos ou medicamentos contraindicados durante a amamentação, ou quando a condição de saúde da mãe representa um risco para si mesma ou para o bebê se ela optar por amamentar.

Como alimentar o bebê que não pode ser amamentado

Diante das situações em que a amamentação é contraindicada, surgem alternativas seguras e eficazes para garantir a alimentação e nutrição adequadas do bebê. A escolha entre essas opções deve levar em consideração as necessidades individuais do bebê, a saúde da mãe e a viabilidade prática de cada método. A seguir, apresentamos as principais alternativas:

1. **Fórmulas infantis**: Projetadas para se aproximarem o máximo possível do leite materno em termos de composição nutricional, as fórmulas infantis constituem uma alternativa segura e adequada. É importante escolher uma fórmula apropriada para a idade do bebê e que atenda a quaisquer necessidades dietéticas especiais, se aplicável. A preparação e armazenamento corretos são essenciais para evitar contaminações.

2. **Leite doado**: Bancos de leite humano coletam, pasteurizam e distribuem leite materno doado, oferecendo uma alternativa próxima ao leite materno em termos de qualidade nutricional. Essa opção é particularmente valiosa para bebês prematuros ou com condições específicas de saúde que necessitam dos benefícios do leite materno. O processo de doação e distribuição segue rigorosos padrões de segurança para garantir a qualidade e a segurança do leite.

3. **Amamentação cruzada**: A amamentação cruzada, prática na qual uma mãe amamenta o filho de outra, é menos comum e geralmente não recomendada devido aos riscos de transmissão de doenças. No entanto, em contextos onde outras opções não estão disponíveis e a amamentação cruzada é considerada, é crucial que ambas as mães estejam saudáveis e tenham sido cuidadosamente testadas para infecções transmissíveis.

4. **Copo ou colher**: Para bebês que não podem ser alimentados no peito ou com mamadeira, a alimentação por copo ou colher é uma técnica que pode ser usada, especialmente em bebês mais novos ou prematuros. Este método exige cuidado e paciência, mas pode ser eficaz para garantir que o bebê receba nutrição adequada sem recorrer ao uso da mamadeira, o que pode ser útil em situações de amamentação mista ou quando se está tentando introduzir o bebê de volta ao seio materno.

Selecionar a opção de alimentação mais adequada exigirá orientação médica, consideração cuidadosa das necessidades do bebê e, possivelmente, experimentação para encontrar o método que melhor se adapte a cada situação específica. Independentemente da alternativa escolhida, o importante é garantir que o bebê está recebendo nutrição adequada para crescer saudável e forte.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, sempre consulte um médico.

Sobre o autor da postagem:

Conexão Jornalismo

Conexão Jornalismo

Com a Missão de levar notícia e informação para os leitores, a Conexão Jornalismo trabalha com as melhores fontes de notícias e os melhores redatores.

Fique por dentro:

nos siga no google news

Compartilhe:

Facebook
Pinterest
Twitter
LinkedIn
WhatsApp