Cladribina: para que serve e efeitos colaterais

A Cladribina é um medicamento utilizado para tratar a leucemia de células pilosas, um tipo raro de câncer sanguíneo. Alguns efeitos colaterais incluem náuseas, fadiga, infecções e diminuição da contagem de células sanguíneas.

Preço e onde comprar

A cladribina, também conhecida pelo nome comercial de Mavenclad, é uma medicação utilizada no tratamento da esclerose múltipla, uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central. Por se tratar de um medicamento classificado como de alto custo, é importante saber o preço e onde comprá-lo.

O valor da cladribina pode variar de acordo com a região e a farmácia escolhida. É recomendável pesquisar em diferentes estabelecimentos para encontrar opções mais acessíveis. Além disso, é importante destacar que a cladribina só pode ser adquirida com prescrição médica, sendo indispensável a consulta com um neurologista especializado no tratamento da esclerose múltipla.

Para que serve

A cladribina é utilizada principalmente para o tratamento da esclerose múltipla. Essa doença é caracterizada pelo ataque do sistema imunológico às células do sistema nervoso central, causando inflamação e danos. A cladribina age como um agente imunomodulador, alterando o funcionamento do sistema imunológico e reduzindo a frequência e gravidade das recaídas da esclerose múltipla.

A sua ação específica é ainda desconhecida, porém, estudos clínicos têm demonstrado que a cladribina reduz a taxa de recaídas, diminui a progressão da incapacidade e as lesões visíveis no exame de ressonância magnética do cérebro. Dessa forma, ela é capaz de melhorar a qualidade de vida dos pacientes com esclerose múltipla.

Como usar

A cladribina é administrada oralmente e é comercializada em forma de comprimidos. O tratamento é dividido em ciclos, sendo o primeiro composto por duas partes. Na primeira parte, o paciente deve tomar o medicamento durante quatro a cinco dias consecutivos e, na segunda, deverá fazer o mesmo após um intervalo de três a quatro semanas. O segundo ciclo ocorre um ano após a conclusão do primeiro.

A dosagem recomendada é calculada de acordo com o peso do paciente. É fundamental seguir rigorosamente as orientações médicas para obter os melhores resultados. Além disso, é essencial respeitar as contraindicações e ficar atento aos possíveis efeitos colaterais.

Possíveis efeitos colaterais

Como qualquer medicação, a cladribina pode causar efeitos colaterais. Os mais comuns são infecções respiratórias, dor de cabeça, diarreia, náuseas, infecções do trato urinário e diminuição dos níveis de hemoglobina e glóbulos brancos no sangue. Esses efeitos costumam ser de intensidade leve a moderada e desaparecem após a suspensão do tratamento.

No entanto, é importante ficar atento a possíveis reações mais graves, como reações alérgicas, infecções graves, inflamação no pâncreas e distúrbios autoimunes. Caso ocorram sintomas como falta de ar, inchaço labial, urticária ou febre, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. É imprescindível informar o médico sobre quaisquer reações adversas durante o tratamento com cladribina.

Quem não deve usar

A cladribina não é recomendada para pessoas com insuficiência renal grave, insuficiência hepática grave, disfunção da medula óssea, infecções ativas não controladas ou história de hipersensibilidade à cladribina ou a qualquer outro componente da fórmula. Além disso, é importante mencionar ao médico sobre quaisquer outras condições médicas pré-existentes e medicamentos em uso antes de iniciar o tratamento.

Mulheres grávidas ou que estejam amamentando também não devem utilizar a cladribina, pois não existem estudos clínicos suficientes que atestem a segurança da medicação nesse cenário.

Em conclusão, a cladribina é um medicamento utilizado no tratamento da esclerose múltipla, agindo como um agente imunomodulador. Seu uso requer prescrição médica e deve ser realizado de acordo com as orientações do profissional de saúde. É importante estar ciente dos possíveis efeitos colaterais e contraindicações, a fim de garantir um tratamento adequado e seguro. Acompanhamento médico regular é fundamental para monitorar a eficácia do medicamento e prevenir complicações.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, sempre consulte um médico.

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