Região de Campinas tem 84 trechos rodoviários sujeitos a neblina na malha concedida

A região apresenta mais incidência do fenômeno atmosférico nos municípios de Itapira, Mogi Mirim e Rio Claro

Região de Campinas tem 84 trechos rodoviários sujeitos a neblina na malha concedida

Levantamento feito pela ARTESP – Agência de Transporte do Estado de São Paulo aponta os principais trechos rodoviários da malha concedida de 11,1 mil quilômetros sujeitos a neblina. O mapeamento mostrou a existência de 294 segmentos rodoviários em que o fenômeno atmosférico é mais comum, dos quais 84 ficam na região de Campinas (confira tabela abaixo). Os trechos rodoviários com alta incidência de neblina na região atravessam, no total, 41 municípios, sendo Itapira, Mogi Mirim e Rio Claro aqueles com mais pontos sujeitos a ocorrências deste tipo.

A ARTESP regula o Programa de Concessões Rodoviárias do Governo de São Paulo há mais de 20 anos. Sob sua gerência estão 20 concessionárias que atuam em 11,1 mil quilômetros de rodovias, o que representa mais de 40% da malha estadual, abrangendo 335 municípios.

Os meses mais frios do ano são marcados pela maior incidência de neblina, que aparece principalmente nas primeiras horas do dia e no final da tarde. A condição climática interfere na visibilidade e deixa a pista menos aderente, por conta da umidade. Isso pode causar acidentes de colisão e choques contra outros veículos ou obstáculos como guard-rails e muretas de proteção.

“Durante a época de outono e inverno, a neblina é uma condição climática comum, que deve ser mapeada para que as concessionárias, junto com o apoio da ARTESP, possam realizar ações de segurança, com o objetivo de garantir que o usuário tenha uma viagem tranquila. Recomenda-se que o motorista redobre a atenção e reduza a velocidade na pista”, comenta Milton Persoli, diretor geral da ARTESP.

Em caso de baixa visibilidade, redobre a atenção
Para evitar transtornos, a ARTESP recomenda que o motorista tome cuidados redobrados, principalmente nos horários com mais neblina.
● Reduza gradualmente a velocidade ao perceber os primeiros sinais de neblina;
● Mantenha uma distância segura do veículo à frente;
● Acenda os faróis baixos – tanto de dia quanto à noite. Já o farol alto, independente do horário, dificulta a visibilidade pela grande dispersão de luz emitida sob neblina;
● Não pare o veículo no acostamento;
● Nunca pare na pista;
● Não ligue o pisca-alerta com o veículo em movimento;
● Use a pintura de faixa da pista como referência do caminho a seguir;
● Fique atento a sinais sonoros externos que possam indicar uma situação atípica à frente como buzinas, sirenes e som de colisão. Para isso, deixe a janela aberta, ainda que parcialmente;
● Evite uso de aparelhos que possam dispersar a atenção;
● Troque periodicamente as palhetas e deixe o para-brisa limpo;
● Mantenha o vidro aberto ou ligue a ventilação dentro do carro para não embaçar os vidros;
● Caso julgue não ter condições de visibilidade para seguir viagem, pare somente em locais seguros como postos de abastecimento e SAUs (Serviço de Atendimento ao Usuário).

Ações na região
Em caso de neblina, as concessionárias responsáveis pelas rodovias da malha concedida do Estado sinalizam a condição nos Painéis de Mensagens Móveis (PMVs), para que o motorista redobre a atenção e reduza a velocidade para que em caso de emergência tenha tempo hábil de parar o carro sem se envolver em um acidente.

Fonte: Governo do Estado SP

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