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Quarta-feira, 09 de Janeiro de 2019

Tretas do governo Bolsonaro são maiores do que o tempo de governo....

Ria para parecer que está tudo bem....
Ria para parecer que está tudo bem....
Não é fácil listar as tretas do governo Bolsonaro. Opa! Peraí! Não porque sejam difíceis de localizar, mas porque são muitas e é possível que esqueçamos algumas. Vamos a elas? Vamos fazer de cabeça que é para não parecer perseguição, ok? Vamos lá.


Bolsonaro e Mourão se desentenderam ainda no período da campanha porque o que Bolsonaro dizia o Mourão desdizia. E assim foi durante muito tempo. O último embate ocorreu nesta terça-feira quando o general atuou para que seu filho fosse promovido no Banco do Brasil e triplicasse o salário. O presidente ficou daquele jeito com quatro letras.


Bolsonaro e Paulo Guedes - Os dois não falam o mesmo idioma há muito tempo. A própria reforma da previdência, em que Bolsonaro indicou a idade de 62 anos como teto para aposentadoria, gerou conflitos.

Sérgio Moro e Bolsonaro - precisou empurrar na ladeira para que Moro finalmente mandasse uma força de segurança ao Ceará. No dia do pedido feito pelo governador Camilo Câmara (PT), Moro fez doce e pediu para que aguardasse um pouco mais. No dia seguinte, após intervenção de Bolsonaro, o pedido foi acolhido. Ao chegar ao Ceará o ex-juiz da Lava-Jato ouviu críticas de populares em um supermercado em Fortaleza. Especialmente pela tolerância com o caso Queiroz e o recebimento de auxílio moradia.



Guedes e Ônix Lorenzoni também se estranharam. O discurso do ministro da Casa Civil de que as coisas acontecerão com diálogo e sem pressa irritou Paulo Guedes que queria pressa na condução das reformas. Para fingir terem acertado os ponteiros posaram em almoço no ministério.

Bebiano e Carlos Bolsonaro - O secretário-geral da Presidência, Gustavo Bebiano, convive com um espinho do pé desde que se desentendeu com Carlos Bolsonaro, o filho a quem o pai chama de pitbull - pelo temperamento explosivo. Bebiano é presidente do partido e tentou desfazer a fusga convidando o filho do presidente para um cargo onde cuidaria da publicidade do governo: "caráter não se negocia", respondeu.

Ministro civis se atritaram com Mourão por conta da ação que garantiu a promoção ao filho no Banco do Brasil. Até então atiradeira, Mourão sente na pele o que é está no córner. E ainda não acabou.

O ministros militares interpelaram Bolsonaro por várias razões nestes nove dias de governo. Os motivos foram variados: Queiroz (querem que explique a relação do ex-assessor com a família), o anúncio de que haveria uma Base Americana no país (projeto que tem a resistência das Forças Armadas) e a decisão de transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém - atendendo a comunidade evangélica. Os militares temem que isso faça do Brasil alvo de terrorismo.

Evangélicos e Bolsonaro - a corrente que mergulha de cabeça no seu governo quer por que quer pé firme do presidente na questão da embaixada em Israel. Para eles o projeto tem a ver com questões religiosas - e não diplomáticas.

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente condenado pela Justiça, se atritou com o corpo de funcionários ao divulgar documento privado em que funcionário da pasta pedia licença oficial para estudar alemão no exterior. O ministro fez do documento deboche e exemplo de que seria um servidor ruim. Teve que voltar atrás. Mas sua condenação, recente, é ainda o principal embaraço a atritar presidente e demais colaboradores.

Se há uma unanimidade no governo, sobre a qual todas os treteiros concordam, é Damares Alves. Após afirmar e negar ter visto "Jesus na Goiabeira", divulgar um vídeo defendendo cores exclusivas para meninas e meninos e aparecer em outro vídeo ameaçando um funcionário de loja em Brasília, ela passou a concentrar todos os olhares de reprovação. Tudo indica que será a primeira a cair.

Esquecemos alguma coisa?


 

Veja também:

>> Após matar animais raros e postar fotografias, americana é "caçada" na internet

>> Promoção do filho de Mourão causa revolta entre funcionários do BB e nas redes

>> Quem paga as diárias de Fabrício Queiroz no Albert Eistein?

>> Globonews alivia e chama governo Bolsonaro de "centro direita"

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