• Ouça a Rádio
  • Galeria de Fotos
  • Vídeos
  • Facebook
  • Twitter
Conexão Jornalismo é o primeiro site do país a merecer o selo verde.
Planvale

Busca

 
Audiência na TV

Sexta-feira, 28 de Abril de 2017

Greve Geral, na Globo, vira "paralisação"
Audiência na TV

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook

Conexão TV

Terça-feira, 25 de Abril de 2017

Atletiba exclui Globo da transmissão da final do Paranaense

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
VER +

Galeria de Fotos

 
 

 
 

Comunidade

home > colunas > vídeos

Vídeos

 

Sábado, 30 de Julho de 2016

Mortes por uso de analgésico nos EUA só perdem para acidentes de carro

Da Redação

Prince: estrela da música foi vítima de Opioide
Prince: estrela da música foi vítima de Opioide
O uso dos analgésicos de maneira indiscriminada se tornou epidemia nos Estados Unidos. O problema ganhou contornos trágicos após a morte aos 57 anos, em abril deste ano, do astro da música americana, Prince. A causa foi o uso excessivo de opioide, um analgésico a base de ópio que tem larga aceitação entre médicos e pacientes. A morte acidental de Prince revelou que a situação chega ao estado crítico no país onde o remédio e as drogas (legais ou não) estão igualmente fora do controle das autoridades.

Para se ter ideia da gravidade do quadro, sabe-se que a quantidade de dependentes de analgésicos com opiáceos desponta naquele país, entre as causa mortis por causas evitáveis, perdendo apenas para acidentes automobilísticos.

Em reportagem recente, o médico Andrew Kolodny, diretor-executivo do grupo Médicos Pela Prescrição Responsável de Opiáceos, explica que a "epidemia" começou em 1996, quando o laboratório americano Purdue lançou o analgésico Oxycondon.

No remédio, explica Kolodny, foram investidos pelo laboratório milhões de dólares, para convencer à comunidade médica de que havia sido muito permissiva ao sofrimento dos pacientes e de que havia exagero quanto ao risco de dependência.

Resultado: entre 1999 e 2014 o número de mortes por overdose quadriplicou, totalizando 250 mil, a maioria, por remédios dispensados sob prescrição médica.

Para Kolodny, houve colegas que ganharam dinheiro para promover opiáceos, mas uma grande parte "simplesmente caiu na história" de que estava submetendo os pacientes à dor desnecessária.

Para saber mais sobre os riscos do uso de Opioides clique aqui

Os primeiros sintomas a partir do uso prolongado dos opioides são:

Tolerância (a pessoas precisa usar doses cada vez maiores para sentir os mesmos efeitos) e dependência (a pessoa não consegue mais parar de tomar a droga). A pessoa fica com prisão-de-ventre crônica, estômago sempre "empachado" (má digestão) e com a visão prejudicada devido à miose.

A partir daí vem a dependência e, como conseqüência, toda a vida psíquica da pessoa fica dirigida para obter a droga. A mente da pessoa fica completamente obnubilada (a melhor tradução deste termo médico para linguagem popular é "abestalhada"), sem nenhum contatto com a realidade.

 

Veja também:

>> Cremesp condena publicidade de cerveja em Jogos Olímpicos do Rio

>> Luíza Brunet fez vídeo íntimo de marido agressor

>> O desabafo de Preta Gil: "não aceitam que me chame Preta"

>> Pepeu: Show 50 a Mais de Mil - vídeo

>> "Vaquinha" digital pretende revelar quanto vende cada jornalão do país

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
  •  
  •  
  •  comentário(s)
  •  
 
Mortes por uso de analgésico nos EUA só perdem para acidentes de carro
 

Copyright 2017 - WebRadio Programa Conexão - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go2web

Está no seu momento de descanso né? Entao clique aqui!