• Ouça a Rádio
  • Galeria de Fotos
  • Vídeos
  • Facebook
  • Twitter
SELECT TOP 3 B.Codigo , B.Nome_Arquivo , B.Href , B.Descricao FROM Banner B WHERE B.Publicar = 1 AND B.Data_Expiracao >= 20180718 AND B.[1pagina] = 1 AND B.Cod_Tipo_Banner = 4 ORDER BY B.Data_Publicacao DESC, codigo DESC
Conexão Jornalismo é o primeiro site do país a merecer o selo verde.
Planvale

Busca

 

Conexão TV

Domingo, 15 de Julho de 2018

Benja, do Fox Sports Rádio, manda colega tomar no c%$#&u e áudio vaza

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
VER +

Galeria de Fotos

 
 

 
 

Comunidade

home > todas as notícias

Todas as notícias

 

Quinta-feira, 12 de Julho de 2018

Jânio de Freitas:Disputa presidencial será acirrada entre Lula e STJ/STF

A polarização da próxima disputa presidencial não se dará entre ideias, propostas ou campos políticos distintos. Mas entre o principal candidato e preferido do eleitorado, segundo todos os institutos de pesquisa, e as mais altas cortes do Judiciário que teimam em participar e interferir no desejo da população. O texto que segue é de um dos decanos do jornalismo pátrio, Janio de Freitas, e foi publicado no site Contexto Livre.




Por Janio de Freitas

A eleição presidencial está disputada, e será decidida, entre o pré-candidato que, apesar de único a não estar em campanha, detém descansada preferência do eleitorado, e de outra parte o combinado STF-STJ. Acima da divergência em aspectos jurídicos, os termos dessa disputa lançam uma interrogação sobre a legitimidade do seu resultado como representação eleitoral democrática.

O eleitorado reúne cerca de 150 milhões de cidadãos, mas os votos que vão decidir a disputa central são os de 11 ministros do Supremo Tribunal Federal e 33 do Superior Tribunal de Justiça, aos quais caberá a palavra final sobre a possibilidade de que a pré-candidatura preferida nas pesquisas busque sê-lo também nas urnas.

As condições vigentes há meses são claras na indicação de que o problema de legitimidade do resultado eleitoral é secundário, ou nem se apresenta, nas considerações do Judiciário ocupado com o enlace condenação-prisão-candidatura.

A marcha rumo ao objetivo judicial, ou assim invocado, não desacelerou nem diante de regras também judiciais, superando-as sob a observação cúmplice dos que condenam cúmplices. Marcha batida até chegar ao segundo êxito, consumado no encarceramento com dupla significação: como ato judicial e, por consequência, como ato político-eleitoral.

Em tais circunstâncias, o pedido e a concessão de habeas corpus só podem ser vistos como atitudes impensadas em favor de Lula. Não caberia a mais leve dúvida de que o habeas corpus não daria ao preso mais do que algumas horas, se tanto, de liberdade relativa.

Os bem-sucedidos condenadores não tinham por que descuidar do seu êxito e tinham todos os meios, nas regras e fora, para devolver Lula à prisão. Usaram todos, e nem o deixaram chegar à porta.

Das seis pretensas razões citadas na concessão do habeas corpus, só uma tem potencial efeito. A autorização do Supremo para prisões já em condenação na segunda instância, e não no esgotamento constitucional dos recursos, condicionou-as à fundamentação da sua necessidade.

No caso, nem sequer foi apresentada fundamentação. Com o farto tempo para elaborá-la, ou o desembargador João Gebran e seus companheiros não encontraram fundamentos convincentes, ou mais uma vez o Supremo foi relegado, e pronto. Mas que a falta de fundamentação explicitada compromete a ordem de prisão, é tão certo quanto a submissão do Supremo.

Ao que tudo indica, o momento menos desfavorável a Lula, no Judiciário, será a avaliação de provas que devem acompanhar a condenação. A etapa, se houver, se dará no Superior de Justiça ou no Supremo. Neste, o ministro Edson Fachin tem repelido a falta de provas e criticado a limitação dos procuradores da Lava Jato a delações. Já são mais do que notórias, porém, as práticas exclusivas para Lula.

Logo, a disputa eleitoral decisiva, entre o líder das preferências eleitorais e o combinado STF-STJ, permanece. E até que acabe, o processo nada significa para os demais pretendentes nem para os eleitores, a 90 dias das urnas.

Janio de Freitas

Via Contexto Livre

 

Veja também:

>> Morre a fotojornalista Monica Imbuzeiro

>> Croácia fascista é impedimento para torcer e preferir a França?

>> Vigília Lula faz cem dias no domingo

>> Um artista de onze anos chamado Kareem Waris Olamilekan - vídeo

>> Estudante é mordida por tubarão ao posar ao lado deles nas Bahamas

>> Caberá a Toffoli "encabrestar" Moro após "Domingo Lula"

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
  •  
  •  
  •  comentário(s)
  •  
 
Jânio de Freitas:Disputa presidencial será acirrada entre Lula e STJ/STF
 

Copyright 2018 - WebRadio Programa Conexão - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go2web

Está no seu momento de descanso né? Entao clique aqui!