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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017

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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2016

FDS

Atriz indicada ao Oscar confronta Bolsonaro sobre homofobia e fica estarrecida - vídeo

A expressão no rosto de Ellen Page, que percorre o mundo para conhecer a vida LGBT em diferentes lugares, é de quem não acredita no que acabou de ver e ouvir. A atriz canadense, que também é documentarista, já está calejada de tanto entrevistar pessoas preconceituosas, mas o encontro com Jair Bolsonaro a marcou de forma especialmente negativa. Gay assumida, ela teve que escutar repetidas vezes que o homossexualismo é uma anormalidade e que bater nos filhos pode evitar que eles desenvolvam certas tendências, além de pre-históricas piadinhas machistas. Contudo, o que mais parece ter a incomodado foi saber que o deputado federal (PP-RJ) tem milhões de seguidores no Brasil, sobre os quais exerce sua nefasta influência. Veja o vídeo:

A expressão no rosto de Ellen Page, que percorre o mundo para conhecer a vida LGBT em diferentes lugares, é de quem não acredita no que acabou de ver e ouvir. A atriz canadense, que também é documentarista, já está calejada de tanto entrevistar pessoas preconceituosas, mas o encontro com Jair Bolsonaro a marcou de forma especialmente negativa.

Gay assumida, ela teve que escutar repetidas vezes que o homossexualismo é uma anormalidade e que bater nos filhos pode evitar que eles desenvolvam certas tendências, além de pre-históricas piadinhas machistas.

Contudo, o que mais parece ter a incomodado foi saber que o deputado federal (PP-RJ) tem milhões de seguidores no Brasil, sobre os quais exerce sua nefasta influência. Veja o vídeo:


A entrevista com Jair Bolsonaro foi gravada no Rio de Janeiro e faz parte do segundo episódio da série documental "Gaycation". Após a divulgação do vídeo, a atriz norte-americana Miley Cyrus postou duas fotos nas quais aparece chorando com a situação dos homossexuais no Brasil.

"Obrigada, Ellen Page, por mostrar a todo o mundo como eles são tratados", escreveu.

Não custa lembrar que o parlamentar fluminense também faz parte do grupo de políticos golpistas, que atuam continuamente para desestabilizar o governo e derrubar a presidenta da República.

Veja também:

Vídeos: Bolsonaro é recepcionado como um rei - quanto devemos nos preocupar?

O "orgulho hétero" de Jair Bolsonaro, aos olhos de uma estudante de 18 anos

Policial do Rio revela a Ellen Page que matou gays devido à orientação sexual das vítimas - vídeo


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Fato consumado ou pode-se virar o jogo?

Reprise de 64, mas agora para entregar pré-sal à Máfia - por Maria Fernanda Arruda

Escritora e midiativista publicou um texto contundente, marcado pelo desalento mas também pela indignação de ver como o golpe vem se tramando, não apenas contra o governo e o PT, mas contra o país e nossa soberania: "O Estado de Direito foi violentado por um simples juiz de primeira instância, mas o estupro foi aceito e assimilado." Para a articulista, a própria administração Dilma é em parte cúmplice do desastre. E a exemplo do que ocorreu repetidas vezes no passado, a capitulação parece inexorável, mas com uma nova roupagem: "A realidade dura e triste da entrega do petróleo brasileiro à Máfia, que controla mundialmente esse mercado." Vamos assistir de braços cruzados ou reagir?

Escritora e midiativista publicou um texto contundente, marcado pelo desalento mas também pela indignação de ver como o golpe vem se tramando, não apenas contra o governo e o PT, mas contra o país e nossa soberania:

"O Estado de Direito foi violentado por um simples juiz de primeira instância, mas o estupro foi aceito e assimilado."

Para a articulista, a própria administração Dilma é em parte cúmplice do desastre. E a exemplo do que ocorreu repetidas vezes no passado, a capitulação parece inexorável, mas com uma nova roupagem:

"A realidade dura e triste da entrega do petróleo brasileiro à Máfia, que controla mundialmente esse mercado."

Vamos assistir de braços cruzados ou reagir?


As ações da Polícia Federal são batizadas com nomes simples e de fácil memorização. E eis que surge a Operação Aletheia, como exceção.

Simploriamente traduzida como verdade, não se dirige ao povo, mas àqueles que a desejam, patrocinam e saboreiam.

Antes de colher seus frutos, ela oferece o seu sumo: está programada para a destruição de Lula, uma solução mais compatível com a sensibilidade das elites.

Haveria (ou há, como alerta Mino Carta) o caminho mais objetivo, mais rápido e imune a atos protelatórios, defesas e recursos jurídicos: o assassinato, promovido por um revoltado a quem se ofereça compensação ilusória, plágio do que já algumas vezes se cometeu nos Estados Unidos.

Como tem dito e repetido a Presidência da República, a liberdade reconhecida à Polícia Federal e à Justiça Federal terá sido obra dos governos petistas, que rejeitaram sempre a prática da omissão, do limpar a sala-de-visitas, pondo-se a sujeira nas gavetas.

Como Dilma Rousseff enxerga isso? Policiais e procuradores, cada um em sua esfera de ação, não se pouparam nunca do trabalho de esconder seus propósitos, animados por um ódio profundo ao "populismo" petista. Como isso não foi enxergado, tão evidente e cada vez mais proclamado em alto e bom som?

A operação desencadeada em 4 de março definitivamente tornou ridícula qualquer tentativa para esconder-se a aletheia: a República de Moro pretende a cabeça de Lula, e atende o desejado por todos os que têm na mídia, capitaneada pela Globo, o seu legítimo porta-voz.

O Estado de Direito foi violentado por um simples juiz de primeira instância, mas o estupro foi aceito e assimilado.

Ou, melhor dizendo, não foi percebido por uma maioria de cidadãos devidamente lobotomizados. Moro não foi precipitado. Muito foi feito para que o seu ato pudesse ser tomado como atitude de alguém dotado de sanidade mental.

A condução de Lula, para depoimento, se não foi planejada como primeiro momento de uma operação mais violenta, em si, foi ato premeditado e inaceitável. Mas motivou o quê?

Além das declarações de protesto, acompanhadas pela indignação de Dilma Rousseff, mais o pronunciamento de um Ministro do STF e de alguns poucos advogados. As justificativas apresentadas pelo autor da façanha não foram menos do que ridículas, mas o silêncio as torna aceitáveis, ao menos para muitos.

Nesse momento, vivem-se contatos e reuniões políticas, em tese feitos com o objetivo de solucionar uma crise que se avoluma e poderá atingir seu ponto mais alto com a prisão do Lula, objetivo evidente da Polícia Federal. Notícias sobre esses atos de emergência são até agora contraditórios.

A grande mídia opta pelo silêncio. E os meios "alternativos" de comunicação começam a entrar em pânico.

Quem imaginou a hipótese de fazer de Lula um dos ministros de Dilma Rousseff, o que significaria a aceitação, não de culpa, mas do medo e da impotência. Sem mais detalhes: o que se faria com o conjunto de críticas de Lula à politica econômica do Governo? Seria alterada? Sabe-se que não, o que é suficiente para que a hipótese seja posta na sua nudez, no caso impudica.

Confirmada a impotência, diante do poder totalitário da Justiça Federal, caberia a Lula impedir a consumação do ato de vontade das elites raivosas, a sua prisão. Não seria uma prisão política? Sim, claramente.

Fica a possibilidade de solicitação de asilo diplomático, podendo assim levar ao conhecimento da comunidade das Nações sobre a ação ilegítima de um órgão que pertenceu ao Poder Judiciário, até sua opção por fazer-se instrumento de interesses econômicos.

Um roteiro bem traçado vai ficando claro e permite que se identifique qual a aletheia buscada: a realidade dura e triste da entrega do petróleo brasileiro à Máfia, que controla mundialmente esse mercado.

O projeto, proposto pelo próprio Governo, e aprovado no Senado, deverá ter a aprovação por maioria expressiva da Câmara dos Deputados, devendo ser em seguida sancionado por quem teve a iniciativa dele.

Segundo ato, já sendo ensaiado: propõe-se a mudança de regime, do Presidencialismo para o Parlamentarismo de oportunismo. Aprovado esse, será o Congresso, o poder que mudará todo o sistema de exploração do pré-sal, como primeiro quadro a ser encenado, o mais urgente.

Quem se oporá a esse tipo de golpe, repetição do que foi feito em 1961, com João Goulart? Jango aceitou e Dilma aceitará! Alguma voz se opondo? Não.

No passado já remoto houve a voz de Leonel Brizola. E hoje que voz teríamos?

O parlamentarismo desejado pelo PSDB, já abençoado por FHC, seria uma obra precária de engenharia politica, tanto quanto o foi o parido em 1961. A inquietação das elites, com a possibilidade de Jango assumir a Presidência, movimentou os líderes políticos e o Congresso.

Nos bastidores, trabalharam intensamente na busca de uma solução para a crise nomes como o senador Amaral Peixoto, que presidia o maior partido, o PSD; os também pessedistas deputados Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, José Maria Alkmin, Martins Rodrigues e Nelson Carneiro; os petebistas Almino Afonso e San Tiago Dantas e o senador Afonso Arinos, da UDN.

Esse quadro lembra por acaso a reunião promovida com Lula nos primeiros dias dessa semana? Você conhece esta história??!!

O país tomou conhecimento das manifestações feitas pelos chefes das Forças Armadas nos dias 28 e 30, divulgadas à saciedade pela imprensa. Mas surgiu a voz de Leonel Brizola, com a Campanha da Legalidade, apoiando Jango e exigindo a sua posse, sem a redução de poderes que se negociava, contando com o apoio gaúcho e de outros Estados, contingentes militares e lideranças sindicais.

Pateticamente, microfone à mão, a outra empunhando metralhadora, a sua voz dizia: "Não nos submeteremos a nenhum golpe. Que nos esmaguem. Que nos destruam. Que nos chacinem nesse Palácio. Chacinado estará o Brasil com a imposição de uma ditadura contra a vontade de seu povo. (...) Resistiremos até o fim. A morte é melhor do que a vida sem honra, sem dignidade e sem glória. Podem atirar. Que decolem os jatos. Que atirem os armamentos que tiverem comprado à custa da fome e do sacrifício do povo. Já fomos dominados pelos trustes e monopólios norte-americanos. Estaremos aqui para morrer, se necessário. Um dia, nossos filhos e irmãos farão a independência de nosso povo".

João Goulart aceitou o parlamentarismo e tratou de brigar pela sua rejeição, obtendo-a em 1963. Seu governo foi um governo de negociação, na tentativa de convencimento dos que se opuseram a ele, no Brasil e nos Estados Unidos. O discurso de 13 de março, na Central do Brasil, foi o ato de desespero último, diante do poder massacrante dos que queriam a sua queda.

Os ventos que sopram hoje nos sugerem uma repetição. A história não se repete, a não ser como pastiche? É o que estamos vivendo. Em 1961, Brizola foi vencido pelo "bom-senso" de Jango, aconselhado por Tancredo Neves. Em 2016 não temos Brizola, mas temos Jaques Wagner e muitos outros, incentivando a vocação conciliadora de Lula.

Assim que ele ceda, caminhando-se para o parlamentarismo de pastelão, a voz de Moro será calada e substituída pela de José Serra e Fernando Henrique Cardoso. Muito nos consolaria algum motivo de esperança. Onde ele está? Na aletheia?

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Conexão contínua tende a elevar nosso estresse físico e emocional, o que reduz nossa imunidade

Tecnologia facilita as coisas, mas também cria gerações de workaholics

Mundo afora, celebrou-se o avanço tecnológico nas últimas décadas, como se estivéssemos a caminho do paraíso profissional, em que conquistaríamos cada vez maior agilidade e mais leveza na rotina. O que significava mais tempo livre! Se alguns conseguiram, para a maioria a promessa se desfez e se apresentou como uma doce ilusão. Ou como uma faca de dois gumes: uma maior mobilidade para trabalhar nos dias de hoje, por meio de computadores em casa ou mesmo de celulares modernos, tem aumentado a demanda por serviço. E aí...

Mundo afora, celebrou-se o avanço tecnológico nas últimas décadas, como se estivéssemos a caminho do paraíso profissional, em que conquistaríamos cada vez maior agilidade e mais leveza na rotina. O que significava mais tempo livre! Se alguns conseguiram, para a maioria a promessa se desfez e se apresentou como uma doce ilusão. Ou como uma faca de dois gumes: uma maior mobilidade para trabalhar nos dias de hoje, por meio de computadores em casa ou mesmo de celulares modernos, tem aumentado a demanda por serviço. E aí... Leia a reportagem da agência DW:

Se sai mais cedo do trabalho ou desliga o celular, Rachel sente como se estivesse traindo o amor da sua vida. Seu primeiro emprego foi aos 11 anos, reabastecendo prateleiras de um supermercado aos sábados - mas não para complementar a renda da família, e sim porque o pai queria lhe ensinar "o valor do dinheiro".

Hoje com 26 anos, Rachel ainda surpreende muitos de seus colegas e chefes ao revelar sua idade. A rica experiência no varejo, a confiança para gerenciar grandes equipes e a facilidade de alcançar metas indicam uma carreira muito mais longa.

"Eu sempre tentarei melhorar. Serei a primeira a chegar e a última a sair. Estou sob constante pressão, há sempre um objetivo a alcançar", detalha a jovem, que mora na cidade de Reading, na Inglaterra.

Pesquisas dos EUA indicam que cerca de 40% dos trabalhadores sofrem de estresse e outras doenças relacionadas ao trabalho. E uma maior mobilidade para trabalhar nos dias de hoje - por meio de computadores em casa ou mesmo de celulares modernos - tem aumentado a demanda por serviço. E, assim, cada vez mais pessoas se tornam workaholics, ou seja, viciadas em trabalho - ou escravas do trabalho.

Segundo Louise Hartley, psicóloga da Universidade de York, no Canadá, o trabalho excessivo pode prejudicar os funcionários não só psicologicamente, mas também fisicamente.

"Nossos corpos não têm mais condição de se livrar do cortisol que produzem quando estão sob estresse", explica a especialista, referindo-se ao hormônio que tem como função regular a pressão arterial e fornecer energia. Em excesso, o cortisol pode enfraquecer o sistema imunológico, destruir músculos e ossos e causar doenças cardíacas.

David Ballard, da Associação Americana de Psicologia (APA, na sigla em inglês), também alerta para os perigos do estresse constante. "O estresse crônico pode contribuir para o desenvolvimento de doenças graves, como depressão e obesidade", diz o psicólogo. "Além disso, muitos respondem ao estresse de uma forma que prejudica ainda mais a saúde - comendo demais, fumando ou dormindo pouco, por exemplo."

"Empresas tiram proveito da ambição"

Rachel, cuja carga horária de trabalho é oficialmente de 37,5 horas por semana, está acessível 24 horas por dia através de seu smartphone. Dessa forma, acaba dedicando cerca de 60 horas semanais ao serviço. Sem contar o tempo que leva checando os e-mails - minuto a minuto, desde a hora que acorda até voltar a dormir.

Parece um exagero, mas o número não fica tão acima da média nacional do Reino Unido. Segundo dados oficiais, empregados de período integral trabalham em média 42,7 horas por semana no país - maior que a média da União Europeia, de 41,6 horas semanais.

"As empresas exigem que você trabalhe pesado, muito pesado. Elas se aproveitam das necessidades das pessoas, de suas capacidades e ambições. Criam esses grandes cargos e empregos que parecem incríveis vistos de fora, mas há sempre uma ilusão escondida", desabafa Rachel.

Leis anti-estresse

Preocupadas com seus funcionários, algumas companhias estão mudando suas prioridades. Em 2014, a fabricante de automóveis Daimler deu aval para que seus mais de 100 mil empregados apaguem os e-mails recebidos durante as férias. Já a Volkswagen, em 2011, desligou seus servidores para impedir que os funcionários enviem e-mails após o horário de trabalho.

Alguns governos europeus também têm se dedicado a acabar com a cultura de levar trabalho para casa. Leis na Áustria, Dinamarca e Holanda já exigem que as empresas e seus funcionários sejam avaliados por um psicólogo externo a respeito de fatores que podem causar estresse - como ser incomodado fora do horário de serviço, por exemplo.

Mesmo que a intenção seja boa, Ballard alerta contra tais medidas. "Desligar o e-mail ou impedir o acesso fora do horário normal de trabalho pode causar mais estresse, uma vez que reduz a flexibilidade dos empregados de decidir como, quando e onde eles trabalharão."

Em vez de leis, o psicólogo recomenda que as empresas estimulem o funcionário a aproveitar a tecnologia e a informação de uma maneira mais saudável, além de ajudá-lo a criar limites que estejam adaptados às suas agendas e demandas específicas.

Mais trabalho, menos eficiência

Recentemente, uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, afirmou que reduzir as horas de trabalho pode, de fato, aumentar a produtividade e o rendimento dos funcionários.

Para Hartley, são os próprios empregados que precisam definir seus limites pessoais. "Se o chefe chega com mais serviço, nunca pensamos em dizer que 'isso é tudo que consigo fazer'. Temos a responsabilidade de tentar negociar nosso volume de trabalho", diz a psicóloga.

Rachel diz que atingiu o limite de suas capacidades. "Qual é o prêmio pela minha ambição? Cheguei a um ponto em que não me preocupo mais em ganhar muito dinheiro ou melhorar minha carreira. Eu quero apenas me sentir melhor", afirma.

No ano passado, a jovem de 26 anos foi diagnosticada com câncer de mama. Todos os dias ela precisa lembrar que, apesar de valorizar seu emprego, tem de cuidar de si mesma agora. Caso contrário, corre o risco de nunca mais fazer o que ama.

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Em apenas três meses, Grécia recebeu quase meio milhão de migrantes

Missão europeia de fronteiras registrou um recorde de travessias ilegais de migrantes entre outubro e dezembro. Turquia diz que readmissão de refugiados prevista em acordo com a UE não vale para os que já estão na Grécia.

Quase meio milhão de migrantes ilegais chegaram à Grécia nos últimos três meses de 2015, informou nesta quinta-feira (10/03) a missão europeia de fronteiras, Frontex. A maioria teria tomado a chamada rota dos Bálcãs rumo a outros países da União Europeia.

A agência registrou 484 mil casos na rota do leste do Mediterrâneo até a Grécia, através da Turquia, entre outubro e dezembro do ano passado, e 466 mil na rota dos Bálcãs. Muitos destes teriam atravessado a fronteira da Croácia, através da Sérvia, para reentrar no território da União Europeia (UE).

Esses dados elevaram o número de travessias ilegais da fronteira da UE para 978,3 mil no último trimestre de 2015, atingindo um novo recorde desde que a Frontex iniciou a coleta de dados, em 2007. Dos que chegaram à Grécia, majoritariamente nas ilhas próximas à costa da Turquia, 46% eram de refugiados sírios, e 28%, de afegãos.

A agência registrou uma queda na chegada de migrantes à Itália a partir da Líbia, mas observou, em contrapartida, um aumento dos que partiram do Marrocos rumo à Espanha, ainda que a quantidade desses casos seja considerada baixa.

Vídeo: refugiados se acumulam nas fronteiras da Grécia

http://www.dw.com/pt/refugiados-se-acumulam-nas-fronteiras-da-grécia/av-19104992?maca=pt-Digg-sharing

Foram registradas 2,8 mil travessias ilegais através da rota do oeste do Mediterrâneo no último trimestre de 2015, configurando um número recorde para essa época, duas vezes maior do que no mesmo período de 2014.

Turquia: acordo não é retroativo

O ministro turco para Relações com a União Europeia, Volkan Bozkir, afirmou nesta quinta-feira que o acordo firmado entre Ancara e Bruxelas no início da semana, que prevê a readmissão de migrantes em solo turco, não é válido para os que já se encontram na Grécia, mas apenas para os que lá chegarem após o pacto entrar em vigor.

Citado pela agência estatal de notícias Anadolu, Bokzir disse que o número de migrantes que o país aceitará de volta será de milhares ou dezenas de milhares, mas não de milhões.

Ele afirmou que seu país vai cumprir suas obrigações para obter a liberação dos vistos de viagem para a UE até o dia 1º de maio. O bloco prometeu enviar 6 bilhões de euros para ajudar a Turquia a lidar com o grande fluxo de refugiados e acelerar as conversações sobre o processo de adesão do país à UE.

Ancara, por sua vez, se comprometeu a conter o fluxo migratório para o continente. Mais de 130 mil migrantes teriam chegado à Europa nos primeiros meses de 2016, segundo estimativas da ONU.


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