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Terça-feira, 02 de Outubro de 2018

Por que desconfiamos da pesquisa Ibope?

Você também não acredita? Pois é.
Você também não acredita? Pois é.
Por Fábio Lau

Pesquisa confiável é aquela que indica crescimento ou dianteira do nosso candidato. Dito isso, a gente explica que há lógica neste argumento e não apenas interesse coletivo e partidário. Escuta só: se nosso candidato em geral é de esquerda e os institutos de pesquisa e seus contratantes são de direita - como é toda a velha mídia brasileira - é claro que o resultado que nos favoreça não é manipulado. Parece simples demais para ser verdadeiro o raciocínio? E por que deveria ser complicado? Portanto, o que aconteceu ao país crítico após a divulgação da pesquisa Ibope desta segunda-feira (1) foi algo previsível e lamentável: querer nos convencer que o candidato extremista de direita cresceu na semana em que foi denunciado pela ex-mulher e que centenas de milhares - ou milhões - de brasileiros foram às ruas no sábado para protestar contra a candidatura de Bolsonaro - num gesto cívico inédito e pelo perfil anti fascista nele embutido - é inaceitável.



Não houve qualquer razão para expansão do eleitorado do Boso. Nenhuma. E isso é determinante para saber a razão da mudança de ânimo de eleitor. O maior gesto de campanha do chamado "mito", o mais destacado e que lhe deu alguma projeção além da bolha de ultra-direita foi, acredita-se, involuntário: o esfaqueamento durante campanha em Juiz de Fora - algo que alguns preferem chamar de ex-fakeamento.

Fernando Haddad, ao contrário, vinha numa trajetória crescente. É um candidato correto do ponto de vista da aplicação e defesa de propostas, frio, "tranquilão", preparado. Incapaz de tripudiar sobre qualquer concorrente - a menos que provocado ao extremo. Não haveria, neste espaço de tempo, razão alguma para que um instituto de pesquisa - habituado a errar - indicar crescimento de Bolsonaro e estagnação de Haddad. Se houvesse paralisia das duas candidaturas não seria tão flagrante.

Mas a gente sabe que há uma profunda preocupação nas hostes reacionárias quanto a um retorno democrático do PT e da esquerda ao poder. E o que não fariam para garantir o resultado?

Vamos contabilizar?

Derrubaram Dilma com um golpe parlamentar e respaldado pela Justiça. Prenderam Lula. O retiraram da eleição. Impedem que conceda entrevista. E agora, na semana final da campanha, tiram da cartola uma "delação" de Palocci já rejeitada pelo MPF e uma acusação de que Haddad teria dado recursos para a empresa de um delatado - algo tão distante do princípio ético de uma investigação que nem sequer iniciou que não caberia se debruçar sobre detalhes.

O STF, agora nas mãos de Dias Toffoli, assessorado por um general, "revogou a revogação" de uma decisão de Luiz Fux. Assim mantém o principal cabo eleitoral de Haddad em silêncio enquanto a mídia faz o trabalho da acusação sem direito de resposta. Lula está preso, silenciado e sendo surrado pela mídia. Algo que talvez somente Nelson Mandela tenha experimentado no último século.

O Brasil, através das suas instituições, anda perverso e distanciado do exercício da democracia e do direito individual.

O que ocorre, portanto, a uma semana das eleições é uma tentativa desesperada de impor um novo presidente através do medo e da campanha sórdida de difamação do adversário. Há sim referência histórica para esta prática.

Mas este comportamento sinaliza para uma urgência futura: o país precisa ampliar a mídia e diversificá-la ou seremos sempre reféns dos mesmos interesses impopulares. Reféns de reis mal coroados que insistem em entrar para a história do Brasil.

 

Veja também:

>> Debate na Record foi tendencioso - e não dava para esperar outra coisa

>> Lula vai poder conceder entrevista à Folha

>> Primeira pesquisa pós #EleNão indica queda de três pontos de Boso

>> O que é que o baiano tem? Ibope dá 80% das intenções de voto a Rui Costa

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