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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018

Número de miseráveis aumenta e o de beneficiários do Bolsa Família reduz

Foto Fábio Lau - Moradores de rua no centro do Rio
Foto Fábio Lau - Moradores de rua no centro do Rio
Por Fábio Lau

Enquanto o Brasil se degola por conta das peripécias da Justiça, seletiva e corporativista ao extremo, o brasileiro médio padece de uma economia cada vez mais perversa e desonesta que trabalha em modelo à jato para deixá-lo ainda mais pobre e sem horizonte. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento médio mensal dos trabalhadores mais pobres caiu a R$ 47 em 2017, ante R$ 76 no ano anterior. Quase 40% da renda dos mais pobres, portanto.



E se no governo do PT os mais pobres foram içados do status piramidal da miséria absoluta através de programas sociais, como o Bolsa Família, por exemplo, a situação neste período pós golpe se inverte: quanto maior o número de miseráveis, menos é o de assistidos pelo governo: o percentual de domicílios brasileiros que recebem o programa Bolsa Família caiu para 13,7% em 2017, ante 14,3% no ano anterior.

A queda da inflação, único argumento que o governo ilegítimo usa para falar de um eventual ganho social neste período pós-golpe, se deve, na prática, a impossibilidade de consumo. Como o brasileiro reduz exponencialmente a sua gama de produtos em supermercados, só resta ao fabricante (indústria e comércio incluídos) manter ou até reduzir o preço.

Em uma economia gigante e um mercado de consumo continental como o brasileiro, uma fração de 0,2% pode parecer modesta. Mas esta foi a queda de consumo no país entre janeiro e fevereiro e representa bilhões em dinheiro que deixa de circular. Menos consumo, menos emprego e, naturalmente, mais demissões. Segundo o mesmo IBGE, o número de desempregados (sem nenhuma fonte de renda e sem direito a auxílio desemprego) é de 12,7 milhões. Trabalhadores sem carteira e que recebem menos do que o mínimo ultrapassam a casa dos 20 milhões.

No universo populacional, envolvendo chefes de família e demais parentes, o número de atingidos pelas mazelas da carestia de bens de consumo e renda ultrapassa a casa dos 40 milhões de brasileiros. Trata-se de um contingente populacional que está distante do crédito.

 

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