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Sábado, 05 de Maio de 2018

Museu do Instituto Pretos Novos à beira do caos: e cadê Crivella?

Imagem do Facebook: da Agência de Favelas
Imagem do Facebook: da Agência de Favelas


O prefeito do Rio de Janeiro pode não ser intolerante religioso. Mas ele tem cara, jeitão e até aura de preconceituoso. Sua relação com a Igreja Evangélica talvez coopere com este preconceito - que vem da parte de cá também. Afinal, a Rede Record, que é da Igreja, só agora, condenada pela Justiça, começa a dar espaço para religiões de matriz africana.

Mas a história toda se dá por conta do Instituto Pretos Novos - também conhecido como Museu dos Negros. Ele, conforme revela hoje reportagem de O Globo, está quase fechando as portas. Seu custo é relativamente baixo - conforme frisa a repórter Simone Cândida. Mas, para sobreviver, está recorrendo a doações.

Agora, uma saída para manter limpo o lugar, será a institucionalização de aulas sobre entidades africanas, do Candomblé. A inscrição será um detergente ou algo do gênero.

Como pode um museu, com acervo raro e inédito, estar nesta pindaíba?

A Agência de Favelas descreveu assim o IPN:

- A história do IPN - que tem esse nome devido à chegada dos escravos, vindos do continente africano, ao Rio pela região do porto - começou há mais de dez anos, quando um sítio arqueológico foi descoberto num casarão familiar da Gamboa. O fato trouxe à tona uma história até então desconhecida para a população, inclusive no meio acadêmico: havia um cemitério naquele lugar. Lá foram encontradas ossadas de milhares de homens e mulheres negros, ali abandonados a própria sorte, vítimas de doenças e maus tratos decorrentes da travessia do Oceano Atlântico. Pela análise feita pelos especialistas, chegou-se ao desdém com que eram tratadas as vidas dessas milhares de pessoas que lá eram enterradas logo que chegavam do Brasil. Uma evidência desse descaso é o fato de as ossadas terem sido encontradas incompletas.

Depois de transformar este lugar num museu memorial vivo, o Instituto Pretos Novos abriu as portas ao público para que todos conhecessem esse e outros capítulos da nossa história e refletissem sobre o nosso passado marcado por dor, racismo e resistência. Assim, o mínimo que nós e, inclusive, a Prefeitura do Rio poderia fazer é resguardar a importância deste lugar e do trabalho que ali é desenvolvido.

 

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Museu do Instituto Pretos Novos à beira do caos: e cadê Crivella?
 

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