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Sexta-feira, 07 de Julho de 2017

Justiça do Rio autoriza plantio doméstico de maconha para tratamento médico

Da Redação

Passo a passo a legalização da maconha começa a virar realidade no país. Embora ainda para tratamento médico, a resistência a discussão do tema começa a perder terreno. Diante dos casos recorrentes de mortes de inocentes em função do irracional combate ao tráfico, é possível imaginar que logo a discussão deixará exclusivamente a área médica e entrar no âmbito social - muito mais abrangente. Mas por enquanto o caso narrado abaixo não pode deixar de ser comemorado.



A Justiça do Rio de Janeiro autorizou um casal a cultivar maconha em casa para o tratamento de uma doença crônica de sua filha. A decisão confirma uma liminar concedida em dezembro do ano passado.

Margarete Brito e Marcos Lins obtiveram um habeas corpus preventivo que proíbe qualquer ato contra sua liberdade em razão do cultivo e processamento da maconha em sua residência. Segundo laudos médicos, a filha do casal, Sofia Langenbach, teve redução de até 60% de suas crises convulsivas após a utilização, sob a supervisão médica, de extrato artesanal da erva.

A menina é portadora da Síndrome de Rett, uma doença rara onde o paciente tem dezenas de convulsões ao longo de um único dia. A sentença foi proferida pelo juiz Paulo Roberto Jangutta.

Outras decisões judiciais parecidas têm sido proferidas pelo país. O uso do canabidiol, extraído da maconha, é frequente no caso da menina: controle de crises convulsivas. O produto pode ser importado, mas o custo é elevado. Desde janeiro de 2015, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o uso medicinal de produtos à base de canabidiol.

O remédio, entretanto, é caro. Alguns pacientes conseguem a importação e a medicação é paga pelo governo brasileiro. No caso da erva, de onde é possível extrair o extrato, o uso é com baixíssimo custo.

Sobre a legalização da droga para consumo recreativo, conforme já adotado em alguns países, sabe-se que reduziria significativamente os conflitos armados especialmente nas áreas pobres do país. O dano, portanto, deixaria de existir em função do tráfico desta substância.

Com informações da Agência Brasil

 

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