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Segunda-feira, 08 de Abril de 2019

Jornalista da Globo sofre ameaça após revelar assassinato por guarnição do Exército

Ameaças por falar contra ação do Exército
Ameaças por falar contra ação do Exército

O ataque a tiros de fuzil contra um carro que conduzia uma família, promovido por militares do Exército, não foi o único sinal de que a barbárie está à solta no Rio de Janeiro. O jornalista da Globo que deu a notícia, Carlos de Lannoy, foi ameaçado de morte tão logo a notícia foi levada ao grande público. Lannoy contou no Twitter que ameaças chegaram após reportagem no Fantástico, neste domingo (7), sobre o fuzilamento de um carro por militares do Exército. No veículo estava uma família e os tiros mataram o motorista Evaldo Rosa dos Santos, de 51 anos.



Lannoy mostrou a mensagem que recebeu pelo Instagram, que dizia: "Se você escolher falar merda e defender bandido é escolha sua. Seu merda! Se for errado paga com a vida! Mexeu com o exército, assinou sua sentença! Sua família vai pagar! Aguarde as cartas". Pela própria rede social, o jornalista respondeu: "Você vai responder por essa ameaça. O que você fez não é apenas uma afirmação vergonhosa, infeliz e lamentável, mas um crime previsto em lei. Aguarde".

No Twitter, Lannoy explicou: "Minutos depois de fazer reportagem no "Show da Vida" sobre mais uma morte em blitz do exército, recebi essa ameaça no meu Instagram. Não ficará assim".

O Comando Militar do Leste (CML) mandou prender dez militares que participaram da ação que resultou na morte do músico. Além disso foram apreendidos fuzis. O carro onde estava o artista foi fuzilado com mais de 80 tiros. A Polícia Civil diz que "tudo indica" que o veículo foi confundido com o de criminosos.

Os militares foram ouvidos na Delegacia de Polícia Judiciária Militar. O caso é investigado pelo Exército devido a uma lei sancionada em 2017 pelo então presidente Michel Temer (MDB).

Inicialmente, o CML informou que os agentes tinham respondido a "injusta agressão" de criminosos. Na manhã desta segunda, o CML disse que identificou "inconsistências" entre os fatos reportados pelos militares e informou que os agentes acabaram afastados.

"Esse procedimento prolongou-se pela madrugada, tendo sido coletado também, até o presente momento, o depoimento de uma testemunha civil. Um membro do Ministério Público Militar acompanhou todo o procedimento", diz a nota.

O automóvel de uma família foi atingido por mais de 80 disparos, segundo perícia realizada pela Polícia Civil. As cinco pessoas que estavam no carro iam para um chá de bebê: Evaldo, a esposa, o filho de 7 anos, o sogro de Evaldo (padastro da esposa) e outra mulher.

Segundo o delegado Leonardo Salgado, da Delegacia de Divisão de Homicídios da Polícia Civil, há fortes indícios de que o carro foi confundido com o de criminosos. Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, morreu na hora.

O sogro dele, Sérgio, foi baleado nos glúteos. Seu quadro era estável. A esposa, o filho de 7 anos e a amiga não se feriram. Um pedestre que passava no local também ficou ferido ao tentar ajudar. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde.

A Polícia Civil realizou a perícia no local porque os militares tiveram dificuldade em realizá-la, segundo o delegado, devido à revolta dos moradores que testemunharam o crime.

Investigação do Exército

Uma lei de 2017, sancionada pelo presidente Michel Temer, diz que crimes dolosos contra a vida, cometidos por militares das Forças Armadas, serão investigados pela Justiça Militar da União, se o crime acontecer nos seguintes contextos:

 

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