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Segunda-feira, 04 de Setembro de 2017

Integrantes do MBL agridem Patrícia Lelis na Faculdade

Da Redação

O nome Patrícia Lelis talvez não seja facilmente reconhecível pela média dos internautas e seguidores de Conexão Jornalismo. Mas se lembrarmos que ela denunciou há tempos Marcos Feliciano por tentativa de estupro, e Eduardo Bolsonaro, deputado federal, por ameaça, talvez a memória seja ativada. Mas não é tudo. Na última quinta-feira a ex-assessora parlamentar foi agredida por uma integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), um grupo de extrema direita que se engajou na política partidária e foi voz ativa durante o golpe contra Dilma Rousseff. O motivo? os parlamentares de direita foram denunciados por Patrícia.



A revista Fórum, para a qual Patrícia escreve, publicou o seguinte artigo:

"Durante a noite desta quinta-feira (31), a jornalista e colaboradora da Fórum, Patrícia Lélis, foi agredida por uma militante do MBL (Movimento Brasil Livre). Segundo relato, Meire Cruvinel foi ao encontro da jovem, que estava entrando no seu carro ao ir embora da faculdade onde ambas estudam, e tentou puxá-la para fora.

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"Fui andando, tranquilamente, até o meu carro que ficou em frente à faculdade. Quando eu entrei no carro, ela veio e abriu a porta. Aí eu me assustei e minha primeira reação foi fechar a porta do carro. Tentei travar, só que nisso ela abriu a porta de novo e já veio me xingando", descreveu. "Ela começou a me xingar, me agrediu, porque ela me puxou pelo braço para me tirar do carro e ficou marcado".


Patrícia contou ainda que Meire começou a falar "coisas absurdas". "Ela falou que queria o meu endereço porque ia passar para o Feliciano e falou que eu merecia ser estuprada de novo, merecia ser agredida de novo. Que se dependesse dela, ela iria pessoalmente até o Feliciano passar o meu endereço e dizer quais os horários que eu estou na faculdade para ele ir atrás de mim. Inclusive, falou que queria me matar", relatou.

Um segurança do IDP, Instituto Brasiliense de Direito Público, interviu e retirou Meire do local. "O segurança da faculdade me acompanhou até em casa, porque ela já havia dito que iria atrás de mim", contou. Patrícia registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) e já fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal. A jornalista também entrou com um pedido de ação cautelar contra Meire Cruvinel.

O fato teria começado em sala de aula, quando Patrícia sentou no lugar que seria de Meire. "Eu estava marcando o lugar de um amigo e coloquei a bolsa ao lado. Ela já chegou vindo na minha direção e já falou em tom de grosseria: 'Tira essa bolsa daqui agora'. Ela gritou isso na sala. Eu fiquei calada, tirei a bolsa, coloquei do meu colo, pedi desculpas e fiquei na minha".

Logo depois, Patrícia viu Meire com uma matéria em seu notebook sobre o caso que envolveu a jornalista e o deputado Marco Feliciano (PSC-SP). "Logo depois ela fechou essa matéria e no fundo de tela do computador estava escrito: 'Deus que me livre da esquerda'. Aí eu tirei uma foto dessa tela do computador dela e publiquei no meu Facebook pessoal, sem mostrar o rosto ou falar o nome dela".

Patrícia contou ainda que desde o início do semestre vem sendo provocada. "Durante a semana passada inteira ela se referia a mim com palavras de injúria, caluniosas. Ela me chamava de mitomaníaca, de mentirosa, e as pessoas da sala (de aula) presenciaram isso. Eu fiquei calada também".

A direção do IDP marcou uma reunião interna, nesta sexta-feira, para tratar do assunto. Procuramos Meire Cruvinel para dar sua versão dos fatos, mas até a publicação desta reportagem não obtivemos resposta".

Leia aqui o artigo de Patrícia Lelis:

"FUI AGREDIDA NA FACULDADE
Mais uma vez sinto o ódio dos direitas.
Vamos aos fatos:
Uma senhora que se chama MEIRE CRUVINEL e pega algumas matérias comigo no IDP, me agrediu.
Eu já a conhecia dos movimentos de direta, porém nunca fomos amigas ou tivemos contato.
Tudo começou porque hoje cheguei um pouco mais tarde e supostamente sentei no "lugar dela"( lembrando que não estamos na escola e na faculdade não existe lugar marcado)simplesmente pelo fato de que eu precisava da tomada. Para guardar o lugar de um amigo coloquei a bolsa na cadeira ao lado. Lembrando que ela em outras aulas ficava tentando me provocar com assuntos de direita, dizendo "esquerdistas são doentes", "feministas são loucas" porém nunca dei "trela".
Essa senhora chegou um pouco atrasada e sem um pingo de educação disse em tom de falta de educação "tira essa bolsa daqui logo", eu apenas tirei a bolsa e continuei a assistir à aula.
Ao sentar ao meu lado ela abriu a tela do computador e tinha escrito "Deus que me livre da esquerda", tirei foto da tela do computador apenas, sem mostrar o rosto da mesma já que isso se configura em injúria e fiz um post em tom de brincadeira no meu facebook pessoal.
Ao sair da sala, essa senhora estava me esperando (ou seja: agiu de forma premeditada) do lado de fora da faculdade, fui tranquilamente sozinha até meu carro, e essa senhora veio já gritando palavras como "mentirosa", "tomara que o Feliciano te estupre novamente", "quero o endereço da sua casa para passar para o Feliciano", "louca" afirmando que eu sai da minha antiga faculdade já por supostas confusões(lembrando que apenas me formei em jornalismo e por isso "sai "da faculdade) já filmando....Sem achar que fosse comigo entrei no carro e quando percebi ela já abriu a porta do carro, me segurou pelo braço e me puxou para fora.
Logo o segurança da faculdade veio e presenciou os fatos. Existem provas. Pessoas que presenciaram ela me tirando do carro , xingando e dizendo coisas absurdas e que se colocaram à disposição para serem testemunhas. Se essa senhora fosse uma pessoa normal e controlada, e tivesse se sentindo ofendida com o post da foto da tela do computador dela, que lembrando: Não mostra o rosto dela e nem nada, que tivesse me chamado para conversar, ou até mesmo aberto um processo judicial.
Antes eu não tinha mostrado o rosto dela, nem mesmo falado o nome, mas aprendi que agressores tem que ser mostrados, por isso deixo aqui os meus relatos e a foto da agressora.
As medidas judiciais cabíveis já estão sendo tomadas, com todas as testemunhas afirmando o que presenciaram. Deixarei aqui nos comentários a foto que tirei do computador dela.
Só para lembrar: Meire, eu não mereço ser estuprada. Ninguém merece! O que eu mereço mesmo e ver o Feliciano na cadeia, e você pagando na JUSTIÇA por seus atos".

 

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