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Quinta-feira, 06 de Julho de 2017

Fora de Pauta: Carlos Nobre e o jornalismo engajado na busca por Justiça - vídeo

Da Redação

Fora de Pauta: Migliaccio e Carlos Nobre
Fora de Pauta: Migliaccio e Carlos Nobre
Carlos Nobre Cruz é um roteiro de cinema ambulante. Conhece e narra com extrema facilidade uma das histórias mais chocantes da crônica policial carioca ocorrida há quase três décadas. Conhecida como "Chacina de Acari", ou "Mães de Acari" a história gerou, pelas suas mãos, um livro que conta mais do que a morte de onze jovens, entre eles sete menores, retirados por policiais militares de um sítio em Suruí, na Baixada Fluminense, para nunca mais. A trama, da vida real, é uma narrativa da clássica saga da gente pobre brasileira: sem direitos, com muitos deveres e que luta toda uma vida para que a Justiça lhe dê um mínimo de atenção.

Sem corpo, sem história, sem motivo, a "Chacina de Acari" ganhou forma, nomes e colorido sangrento pelas mãos deste baiano de Salvador. Embora não tenha atuado sozinho, Carlos Nobre, com sensibilidade acurada para abordar temas humanísticos, ajudou a levar policiais militares às raias do tribunal e o Brasil a finalmente ser criticado por órgãos internacionais pelo seu perverso instituto da impunidade - praga até hoje associada de maneira indissolúvel à Justiça Brasileira.

Carlos Nobre escreveu Mães de Acari. Uma História de Protagonismo Social. Concedeu entrevistas, foi tema de documentários e o único jornalista recebido pela então primeira dama da França, Daniele Miterrand, para evento no Palácio Guanabara do qual participaram, além de autoridades do governo Brizola, as próprias mães dos jovens assassinados.

As Mães de Acari foram as primeiras mulheres a se organizarem, no pós ditadura, com a disposição do enfrentamento. À Justiça e a própria PM. Desejavam algo que hoje soa cândido até quando narrado pelo jornalista e historiador: "enterrar seus filhos!".

Mas nem isso foi possível.

O depoimento de Carlos Nobre foi concedido aos jornalistas Marcelo Migliaccio e Fábio Lau, de MCE Produções e Conexão Jornalismo - uma parceria que promove a reabilitação de casos de bastidores do jornalismo jamais narrados ou de conhecimento do grande público.




Os onze desaparecidos:

Os onze sequestrados (e suas idades, à época):

Viviane Rocha, 13 anos
Cristiane Souza Leite, 16 anos
Wudson de Souza, 16 anos
Wallace do Nascimento, 17 anos
Antônio Carlos da Silva, 17 anos
Luiz Henrique Euzébio, 17 anos
Edson de Souza, 17 anos
Rosana Lima de Souza, 18 anos
Moisés dos Santos Cruz, 31 anos
Luiz Carlos Vasconcelos de Deus (vulgo Lula), 37 anos
Edio do Nascimento, 41 anos

Algumas das Mães de Acari que pediram por anos Justiça
Algumas das Mães de Acari que pediram por anos Justiça  


Resumo do caso: No dia 26 de julho de 1990, os 11 jovens deixaram suas casas, na favela de Acari, e foram para um sítio alugado em Suruí, na Baixada Fluminense. A polícia sabia que entre os jovens havia um homem acusado de roubo. O ataque ao sítio e assassinato de todos foi uma maneira de manter impune o ataque ao suposto criminoso. Principal liderança do grupo de mães, Edméia da Silva, mãe de Luiz Henrique Euzébio, foi assassinada no dia 20 de Julho de 1993. Jamais houve punição e os corpos nunca foram encontrados.

 

Veja também:

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