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Sábado, 29 de Setembro de 2018

Crítica & Literatura: O crime como diversão

O crime como diversão




Por Olga de Mello *


Um dos gêneros literários mais populares do mundo, a novela policial há muito vem sendo deixada de lada pelo público, que hoje prefere o terror puro e simples como escapismo de mistério. A conclusão de muitos especialistas é que a constância da violência urbana torna pueris as narrativas ficcionais sobre crimes. Talvez por isso o mercado brasileiro, sem sonhar em retomar o prestígio que o romance policial desfrutou entre 1931 e 1956, quando a editora Globo lançou 159 títulos de suspense na famosa Coleção Amarela, sempre tenha no prelo alguma trama misteriosa com um serial killer atemorizando um ou grupos de personagens.





O último livro da Coleção Amarela foi "O caso dos dez negrinhos", de Agatha Christie, o policial mais vendido da História, com 100 milhões de cópias comercializadas em todo o planeta desde 1939. Com o título novo de "E não sobrou nenhum" (Globo, R$ 24,90), esta talvez seja uma das mais sinistras histórias assinadas por Dame Agatha. Dez desconhecidos convidados a passar um fim de semana numa ilha sem qualquer comunicação com o continente tentam escapar da morte como punição por crimes cometidos e jamais investigados. Encerrando os personagens num ambiente do qual eles não podem fugir, Christie cria o cenário perfeito para o desenvolvimento de uma trama engenhosa e assustadora.




O termo ainda não era usado na época em que Agatha Christie imperava na literatura policial, mas é um serial killer justiceiro que está por trás de todos os assassinatos de sua mais popular novela. O assassino em série por excelência elege alvos com perfis ou características pessoais semelhantes. Quando não buscam um tipo físico, há alguma peculiaridade comum que atrai o criminoso. Em "Da morte ninguém escapa" (Record, R$ 44,90), de M. J. Arlidge, homens que compõem o grupo classificado nos dias de hoje como "gente de bem" estão na mira de um serial killer. No entanto, esses cidadãos exemplares costumam contratar serviços de prostitutas. Suas vidas duplas são descobertas quando as famílias recebem caixas com os corações das vítimas, enviadas pelo assassino.


Sem contar com toques macabros de exposição de órgãos ou mesmo descrever atos de violência explícita, "À beira da loucura" (Record, R$ 44,90 ) de B. A. Paris, deixa o leitor em completo suspense, ainda que a protagonista Cass seja de uma credulidade que beira a ingenuidade. De férias, Cass detesta ficar em casa sem o marido, pois, confundindo a realidade com delírios, ela convive com o pavor de estar sendo caçada pelo assassino que matou uma conhecida. Seu principal temor é desenvolver a senilidade precoce de que sua mãe sofria, já que esquece compromissos, fatos de um passado recente e onde guardou objetos.





O italiano Luca D'Andrea criou no thriller "A essência do mal" (Intrínseca, R$ 49,90) uma trama que poderia ser confundida com os romances de Stephen King, um de seus escritores favoritos. O documentarista Jeremiah Salinger vai viver num lugarejo no interior da Itália, onde, em 1985, três jovens foram assassinados brutalmente. Salinger quer desvendar o mistério que cerca aquelas mortes, acreditando que uma força maligna, a que denominou de A Besta, é o impulso para crimes cruéis. Misturando elementos de terror e suspense D'Amato traz uma narrativa bem ao gosto do leitor contemporâneo.






* Olga de Mello é jornalista, cronista, crítica literária e escreve aos sábados em Conexão Jornalismo.

 

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